Victor Assis defende não pagar dívida pública e estatizar saúde e educação

Victor Assis defende não pagar dívida pública e estatizar saúde e educação

Victor Assis, candidato do PCO ao governo de Pernambuco, defendeu o não pagamento da dívida pública e a estatização da saúde e da educação em entrevista à TV Globo. Victor Assis é jornalista, colunista e editor do Diário Causa Operária. Nascido em Recife, ele iniciou sua militância no PCO no ano de 2015.

O candidato afirmou apresentar "um programa de luta para que os trabalhadores imponham a sua vontade". Ele disse que sua candidatura não é baseada em promessas. Assis defende não pagar a dívida pública para beneficiar os trabalhadores. Ele declarou: "Defendemos a estatização completa da saúde para acabar com a especulação sobre a vida.".

O candidato ao governo de Pernambuco pelo Partido da Causa Operária (PCO), Victor Assis, afirmou, em entrevista à TV Globo, que defende o não pagamento da dívida pública e a estatização da saúde e da educação, caso seja eleito (veja vídeo acima). A TV Globo promove nesta semana entrevistas com os candidatos.

Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB), únicos que ultrapassaram 5% na pesquisa Datafolha do dia 13 de setembro, participaram de sabatina com 30 minutos de duração. Os demais postulantes gravaram uma entrevista com dois minutos de duração na sede da emissora. ✅ Receba no WhatsApp as notícias do g 1 PE Victor Assis da Silva é jornalista, colunista e editor do jornal Diário Causa Operária.

Nascido no Recife, iniciou a militância no PCO em 2015 e passou a atuar na organização dos comitês de luta em Pernambuco. Ao apresentar as propostas, Victor Assis disse que sua candidatura não é baseada em promessas de campanha, mas em um programa voltado à mobilização dos trabalhadores.

"Nós apresentamos não um conjunto de promessas, mas um programa de luta para que os trabalhadores imponham a sua vontade e a sua necessidade àqueles vampiros que estão roubando tudo aquilo que a população produz", declarou. O candidato também falou que defende o não pagamento da dívida pública e a estatização da saúde e da educação.

Segundo ele, essas medidas devem ser acompanhadas da organização dos trabalhadores para reivindicar direitos junto ao Estado. "Nós defendemos o não pagamento da dívida pública para que o dinheiro não vá para os banqueiros e, sim, para os trabalhadores. Defendemos a estatização completa da saúde para acabar com a especulação sobre a vida.

Defendemos a estatização completa da educação. Nesse sentido, a gente defende que os trabalhadores se organizem para lutar pelos seus direitos e impor isso ao Estado", disse. VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias

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