Andrea Sorvetão se pronunciou nesta quarta-feira (16) sobre a cobrança judicial de R$ 26 mil movida por Xuxa. A apresentadora cobra despesas de um apartamento no Rio. O imóvel foi cedido gratuitamente por Xuxa em janeiro de 2020. O contrato previa que a ex-paquita pagasse taxas como condomínio e IPTU.
Segundo a ação, Sorvetão deixou de pagar as taxas de condomínio e IPTU de 10 meses. Os débitos ocorreram entre 2020 e 2021. Sorvetão afirmou que não foi citada judicialmente. Ela justificou que os atrasos ocorreram em um "período delicado" e que tentou buscar um acordo.
Andrea Sorvetão se pronunciou sobre o processo movido por Xuxa Meneghel, na última quarta-feira (16). A apresentadora entrou na Justiça do Rio contra a ex-paquita para cobrar R$ 26 mil em despesas de um apartamento no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio.
O imóvel havia sido cedido por Xuxa para que a ex-assistente de palco morasse com a família. Em nota, Sorvetão explicou que "as questões relacionadas ao imóvel e às obrigações discutidas ocorreram em um período particularmente delicado, marcado pelos efeitos da pandemia e por circunstâncias familiares e pessoais relevantes".
A ex-paquita revelou, ainda, que houve tentativa de diálogo e de construção de uma solução consensual antes do ajuizamento da ação. "Compatível com a realidade existente naquele momento, mas não foi possível alcançar um acordo", alegou Sorvetão. A ação foi protocolada na 22 ª Vara Cível da Capital.
A ex-paquita disse que sempre “esteve aberta ao diálogo e à busca de uma solução equilibrada” (veja a nota completa abaixo). Segundo o processo, Xuxa cedeu gratuitamente à ex-paquita um imóvel de sua propriedade por meio de um contrato de comodato — empréstimo gratuito de um bem — assinado em janeiro de 2020.
O acordo previa que Andrea, o marido e as duas filhas do casal morassem no apartamento por 48 meses. Embora não houvesse cobrança de aluguel, Andrea ficou responsável pelas despesas relacionadas ao imóvel, como condomínio, IPTU, taxa e seguro contra incêndio, além das contas de luz e gás.
O contrato também estabelecia que os comprovantes desses pagamentos deveriam ser apresentados mensalmente a Xuxa. ✅Clique aqui para seguir o canal do g 1 RJ no WhatsApp A defesa de Xuxa afirma que Sorvetão deixou de pagar parte das despesas do imóvel entre fevereiro de 2020 e março de 2021.
Conforme os documentos anexados ao processo, dez cobranças de condomínio e IPTU ficaram em aberto, totalizando R$ 16. 276, 26 em valores da época. Os débitos são referentes a janeiro, março, abril, maio e junho de 2020, além de setembro, outubro, novembro e dezembro do mesmo ano e janeiro de 2021.
Os valores individuais variam de R$ 1. 232, 24 a R$ 2. 229, 91. Segundo Xuxa, diante da inadimplência, os encargos foram pagos por ela por meio da administradora do imóvel. Ainda de acordo com o processo, Andrea fez apenas um pagamento parcial, de R$ 1 mil, em maio de 2020, depois de ser cobrada.
Em setembro de 2023, ainda segundo o processo, Andrea Sorvetão foi notificada extrajudicialmente sobre a dívida. Na época, a administradora calculou o débito em R$ 22. 923, 74. A ação afirma que, com a atualização monetária e a aplicação de juros até julho de 2026, a dívida chegou a R$ 26.
289, 68. Os advogados de Xuxa afirmam que a cobrança não é referente diretamente a cotas de condomínio ou tributos devidos ao condomínio ou à prefeitura. Segundo a defesa, o valor cobrado corresponde ao ressarcimento das despesas que a apresentadora diz ter pago para quitar obrigações que, pelo contrato, eram de responsabilidade da ex-paquita.
Na ação, Xuxa pede que Andrea seja condenada a pagar integralmente a dívida, com correção monetária e juros, além de ressarcir as custas do processo e os honorários dos advogados. A apresentadora também solicita prioridade na tramitação por ter mais de 60 anos.
Até a última atualização desta reportagem, não havia decisão da Justiça. A defesa de Andrea ainda deverá ser citada para apresentar contestação. O que dizem os envolvidos Nota de Andrea Sorvetão “Fui surpreendida pelas notícias divulgadas na imprensa e nas redes sociais acerca da existência de uma ação judicial relacionada a obrigações decorrentes de um contrato de comodato.
Até o presente momento, não fui formalmente citada pelo Poder Judiciário e, portanto, ainda não tive acesso integral aos autos nem oportunidade de apresentar minha manifestação no processo. As questões relacionadas ao imóvel e às obrigações discutidas ocorreram em um período particularmente delicado, marcado pelos efeitos da pandemia e por circunstâncias familiares e pessoais relevantes.
Antes do ajuizamento da ação, houve tentativa de diálogo e de construção de uma solução consensual, compatível com a realidade existente naquele momento, mas não foi possível alcançar um acordo. Por respeito ao Poder Judiciário, à parte envolvida e ao regular andamento do processo, não farei comentários sobre valores, responsabilidades ou outros aspectos jurídicos antes da análise completa dos autos por meus advogados.
Reafirmo que sempre estive aberta ao diálogo e à busca de uma solução equilibrada. Após a citação e o conhecimento integral da demanda, todas as questões serão esclarecidas e tratadas pelos meios jurídicos. Neste momento, aguardarei a orientação e o posicionamento da minha equipe jurídica.” Procurada, a assessoria de imprensa da Xuxa Meneghel disse que não vai comentar o processo.
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