Campanha de Lula diz que Trump quer colonizar o Brasil e o associa a Flávio

Campanha de Lula diz que Trump quer colonizar o Brasil e o associa a Flávio

A campanha do presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) , divulgou um vídeo nessa quinta-feira (24/9) em que aborda indícios de uma suposta tentativa de interferência dos Estados Unidos nas eleições brasileiras.

Veja:

Na peça publicitária, o PT sugere que aliados do chefe da Casa Branca, Donald Trump, financiam a campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) ao Planalto e diz que o republicano quer “colonizar” o Brasil.

“Quem montou o QG do Flávio em São Paulo foi um representante da Rockbridge, uma rede de financiamento da extrema direita americana. Sabe quem fundou a Rockbridge? O vice-presidente do Trump”, diz o vídeo.

“Flávio Bolsonaro é o candidato do Trump. E o que o Trump quer é colonizar o Brasil, é levar nossas riquezas, roubar nosso futuro e deixar a gente para trás”, alega a campanha.

A peça, de 59 segundos, foi veiculada nas redes sociais. A campanha avalia ajustes para exibi-la na TV. Leia também Ramiro Brites Contra Flávio, Lula aposta em combate a bets e foca em mulheres evangélicas Brasil Datafolha: Lula marca 47% no 2° turno; Flávio Bolsonaro chega a 45% Brasil Datafolha: Lula tem 40% no 1 º turno; Flávio Bolsonaro marca 36% Brasil Lula afineta Flávio no RJ: “Amigo de um presidente é o povo, não o Vorcaro”

Na quarta-feira (23/9), PT entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando a investigação de possíveis episódios de interferência estrangeira nas eleições.

No pedido, a legenda cita casos que apontam indícios de ingerência americana no processo eleitoral. Entre os episódios mencionados, estão suspeitas envolvendo a Rockbridge Network, a disponibilização de conteúdos do Brasil Paralelo e do Estúdio Quinto Elemento à Academia da Direita, plataforma ligada ao PL, e anúncios pagos no exterior em perfis do X favoráveis ao candidato.

A petição também cita reportagem doMetrópoles sobre contas registradas fora do Brasil que publicaram e impulsionaram conteúdos favoráveis a Flávio no X. As publicações apresentavam resultados da plataforma de apostas Polymarket como indicativo de desempenho do candidato na corrida presidencial.

Leia a matéria completa em metropoles.com

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