O Tribunal Superior Eleitoral ( TSE ) barrou ao menos dois pedidos de grupos internacionais para acompanhar as eleições de 2026 no Brasil como missão internacional de observação eleitoral.
Um deles foi o da organização “ Transparencia Electoral “. Sediada em Buenos Aires, na Argentina, a entidade diz que sua atuação é dedicada a promover integridade em eleições na América Latina. 3 imagens Fechar modal. 1 de 3
Centro-Oeste: DF lidera denúncias de propaganda eleitoral irregular Agência Brasil 2 de 3
Sede do TSE em Brasília Marcelo Camargo/Agência Brasil 3 de 3
MPE se manifestou contra suspensão do levantamento KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
A outra organização que teve seu pedido de observação eleitoral no Brasil negado pelo TSE foi o grupo espanhol chamado de “ Eurolat Global Democracy Forum “, sediado na Espanha.
De acordo com fontes da Justiça Eleitoral, o TSE entende que, para ter o pedido aprovado, as “missões de observação” devem estar vinculadas a instituições reconhecidas, como universidades, centros de pesquisa etc. Leia também Igor Gadelha Nunes Marques planeja teste de integridade de urnas no TSE pela 1 ª vez Igor Gadelha Impedido sobre Moraes, Nunes Marques avalia votar no processo de Mendonça Igor Gadelha Bets: AGU pedirá ressarcimento por gastos do SUS e do INSS com viciados Igor Gadelha Flávio liga alerta com pedido de Lula a Dino sobre interferência externa Os observadores aprovados pelo TSE
Ao todo, oito entidades tiveram o pedido aprovado. Entre elas, estão a Organização dos Estados Americanos (OEA), o Parlamento do Mercosul (Parlasul), a União Europeia e a Liga dos Estados Àrabes.
Completam ainda a lista a Rede dos Órgãos Jurisdicionais e de Administração Eleitoral dos Países de Língua Portuguesa (Roaje-CPLP) e a União Interamericana de Organismos Eleitorais (Uniore).
A Rede Mundial de Justiça Eleitoral (RMJE) e o The Carter Center, vinculado ao ex-presidente americano Jimmy Carter, também atuarão como observadores internacionais nas eleições no Brasil.

