Especialistas ouvidos pela EXAME distinguem a criação de modelos nacionais da disputa com os maiores laboratórios de inteligência artificial. Telma Woerle, diretora do CEIA da UFG, aponta limitações de infraestrutura e dados em português, mas defende aplicações brasileiras em saúde e meio ambiente. Paulo Ernani, da AVEX AI Lab, vê oportunidades na adoção empresarial. Estudos mostram que treinar os modelos mais avançados fica mais caro, enquanto usar uma capacidade já disponível se torna mais barato.
Leia mais em:

