A terceira edição doMetrópoles Catwalk chegou ao fim em grande estilo nessa sexta-feira (18/9). Depois de cinco dias que transformaram a Arena Mané Garrincha em ponto de encontro da moda nacional, aúltima noite reuniu seis grifes, casting estrelado e diferentes expressões criativas em uma despedida à altura do evento. Leia também Claudia Meireles 4 ª noite do Metrópoles Catwalk movimenta Brasília com desfiles e coquetel Claudia Meireles Mikaela Gomes e brasilidade são destaques no 3 º dia do Metrópoles Catwalk Claudia Meireles Metrópoles Catwalk amplia acesso do público brasiliense à moda nacional Hills, Glowshine e Erica Rosa abriram a programação. A brasiliense Hills levou à passarela uma curadoria de marcas nacionais e teve Gabi Pires na abertura. Em seguida, a Glowshine imprimiu atitude e identidade com seu streetwear e contou com Negra Li para encerrar a apresentação. A cantora resgatou referências da própria trajetória para a estreia na passarela doMetrópoles Catwalk . Negra Li “Eu trouxe um personagem, sabe? Lembrei da Liliane, da Negra Li de 1996. Acho que a música, a moda, o comportamento, tudo ali está alinhado. E é uma coisa que eu estou amando. Além da música, adoro moda, adoro inventar coisas”, contou. Fechando o primeiro bloco, Erica Rosa apresentou a coleção A Colheita, marcada pelo trabalho artesanal, volumes e aplicações. O modelo brasiliense Jhona Burjack encerrou a apresentação da etiqueta. Jhona Burjack riscou a passarelas pelas marcas Erica Rosa e Vitor Cunha na última noite deMetrópoles Catwalk Despedida em grande estilo Petzold 1981, Lago Beachwear e Vitor Cunha assumiram a passarela no segundo bloco. A Petzold apresentou Self Affair e reforçou o encontro entre moda e música com uma performance de Bianca Guterres. Na sequência, a Lago apostou no destination wear , enquanto Vitor Cunha teve a missão de realizar o último desfile da terceira edição, valorizando técnicas artesanais como crochê, macramê, renda e bordados. Letícia Valle, à frente da Lago, e Gabi Pires A sequência coroou uma semana de celebração à criatividade brasileira . Ao longo de cinco noites, 30 etiquetas passaram pela estrutura montada na Arena Mané Garrincha, que recebeu criadores de diferentes regiões do país e nomes consagrados das passarelas. Brasília no mapa da moda Para Brenda Costa, comunicóloga e entusiasta de moda que prestigiou o evento, iniciativas como o Catwalk ajudam a fortalecer uma cena que ganha cada vez mais projeção. “A gente não só tem artistas e marcas incríveis daqui, mas também um público interessado, que consome, prestigia e ajuda a fortalecer esse mercado”, afirmou. Desfile da Petzold 1981 O sentimento de despedida vem acompanhado da expectativa pelos próximos passos. Para Nicole Meyer, engenheira que integra a equipe responsável pela realização do evento,a terceira edição reforçou o espaço que o Catwalk conquistou na capital. Júlia Martins e Nicole Meyer “O Metrópoles Catwalk hoje já é uma marca de Brasília e, muito além disso, mostra para todo o Brasil que Brasília é palco para a moda”, destacou. Depois de cinco dias de encontros, aplausos e celebração à moda nacional, é hora de dizer até logo à passarela que tomou conta da Arena Mané Garrincha. Ficam as memórias de uma semana que colocou Brasília sob os holofotes da moda e a expectativa para a quarta edição do Metrópoles Catwalk. Realizado pelo Sol Nascente Associação Cultural, o Metrópoles Catwalk conta com fomento da Secretaria de Turismo do Distrito Federal. Para saber mais, siga o perfil de Vida&Estilo no Instagram .
Negra Li e moda nacional brilham no encerramento do Metrópoles Catwalk

