Mulheres são 7 em cada 10 mesários nas eleições de 2026; veja o perfil

Mulheres são 7 em cada 10 mesários nas eleições de 2026; veja o perfil

Mulheres representam 71, 4% dos mesários registrados para o primeiro turno de 2026, ante 68, 3% em 2022 e 66, 4% em 2018. Pessoas com 40 anos ou mais são 53% do total; a participação de jovens de 18 a 29 anos passou de 27, 3% em 2022 para 18, 2%. Voluntários somam 1, 07 milhão e representam 58% dos registros.

No exterior, há 4. 828 mesários, 21% a mais que em 2022; a proporção de voluntários é de 22, 3%. As mulheres são pouco mais de sete em cada dez mesários registrados para o primeiro turno das eleições de 2026. Elas somam 1, 31 milhão de pessoas e representam 71, 4% do total, segundo levantamento do g 1 com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A participação feminina na função supera a observada em 2022, de 68, 3%, e em 2018, de 66, 4%. 👀A composição por idade também mudou: pessoas com 40 anos ou mais passaram a ser maioria nos registros deste ano (53%), enquanto aquelas com idade entre 18 e 29 anos perderam espaço e representam 18, 2% do total.

Além disso, mais da metade dos mesários (58%) se apresentou de forma voluntária para a função. 📱Favorite o g 1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia O levantamento considera 1. 837. 846 mesários registrados no Brasil e no exterior na base atualizada em 17 de setembro.

Como os dados foram extraídos antes da votação, os números retratam os registros disponíveis nessa data, e não o comparecimento efetivo no dia da eleição. Cabe a esses eleitores organizar o trabalho nas seções, conferir a identidade de quem vai votar e registrar as ocorrências da votação.

Cada mesa receptora de votos tem quatro integrantes: presidente, primeiro mesário, segundo mesário e secretário. 🔎 O que cada um faz, segundo o TSE: o presidente coordena os trabalhos, inicia e encerra a votação e autoriza os eleitores a votar. Os demais integrantes conferem a identidade de quem comparece à seção, organizam a fila respeitando as prioridades de atendimento, entregam os comprovantes de votação e registram em ata as ocorrências do dia.

Veja os principais números de 2026: Total de mesários registrados: 1. 837. 846; Mulheres: 1. 311. 506, ou 71, 4%; Homens: 526. 319, ou 28, 6%; Pessoas com 40 anos ou mais: 974. 102, ou 53%; Pessoas de 18 a 29 anos: 333. 760, ou 18, 2%; Voluntários: 1. 066. 360, ou 58%; Mesários no exterior: 4.

828. Há 21 registros sem informação de gênero. Confira os números completos no gráfico ao final do texto. Mulheres são maioria em todos os estados A presença feminina predomina nos 26 estados e no Distrito Federal. O Espírito Santo tem a maior proporção de mulheres entre os mesários registrados: 76, 3%.

Na sequência aparecem Mato Grosso, com 75, 5%, Tocantins, com 75, 1%, e Minas Gerais, com 74, 8%. Mesmo nos estados com as menores proporções, elas representam mais de seis em cada dez mesários. É o caso da Paraíba, com 63, 3%, do Rio Grande do Norte, com 64, 2%, e de Alagoas, com 64, 7%.

Na comparação entre as três eleições, a participação das mulheres aumentou: 2018: 66, 4%, com 1. 259. 028 mesárias; 2022: 68, 3%, com 1. 289. 704; 2026: 71, 4%, com 1. 311. 506 registradas até 17 de setembro. O avanço foi de 3, 1 pontos percentuais em relação a 2022.

Mais da metade tem 40 anos ou mais A mudança etária aparece tanto na faixa mais frequente quanto na distribuição do conjunto dos mesários. Em 2018, o maior grupo tinha de 30 a 34 anos. Em 2022, a faixa predominante passou a ser a de 35 a 39 anos. Neste ano, são os mesários de 40 a 44 anos, que somam 323.

076 pessoas, ou 17, 6% do total. Considerando todas as faixas a partir dos 40 anos, a participação passou de 32, 2% em 2018 para 40, 4% em 2022 e chegou a 53% nos registros de 2026. No sentido contrário, os jovens de 18 a 29 anos representavam 33, 6% em 2018 e 27, 3% em 2022.

Agora, são 18, 2%. A diferença em relação à eleição anterior é de 9, 1 pontos percentuais. Veja a distribuição por idade em 2026: De 18 a 29 anos: 333. 760 pessoas, ou 18, 2%; De 30 a 39 anos: 529. 983, ou 28, 8%; De 40 a 49 anos: 607. 846, ou 33, 1%; De 50 a 59 anos: 296.

429, ou 16, 1%; 60 anos ou mais: 69. 827, ou 3, 8%. Maioria é voluntária Dos mesários registrados para este ano, 1. 066. 360 são classificados como voluntários, o equivalente a 58%. Os outros 771. 486, ou 42%, estão na categoria de não voluntários. Ser voluntário significa se colocar à disposição da Justiça Eleitoral.

A inscrição, porém, não garante a atuação: o cartório verifica a existência de vagas e de impedimentos antes de fazer a convocação. Segundo o TSE, a escolha dá preferência a eleitores do próprio local de votação, com prioridade para voluntários. 🤔 Como funciona a seleção: o cartório eleitoral verifica a existência de vagas e se o eleitor atende aos requisitos para exercer a função.

Podem ser convocadas pessoas a partir dos 18 anos, em situação regular com a Justiça Eleitoral e sem impedimentos legais, mesmo que não tenham se inscrito como voluntárias. A convocação informa a função, o local e a data de trabalho, além das orientações para o treinamento.

As mulheres também são maioria entre quem se voluntariou: são 753. 339. No exterior, voluntários são menos de um quarto Nos locais de votação fora do Brasil, a base reúne 4. 828 mesários, ante 3. 991 em 2022. São 837 registros a mais, um crescimento de 21%. Em 2018, eram 2.

966. As mulheres também predominam nesse grupo, mas em proporção menor que no conjunto dos mesários: são 2. 957, ou 61, 2%. A principal diferença está no tipo de convocação. Enquanto os voluntários representam 58, 1% dos mesários que atuarão no Brasil, no exterior eles são 22, 3%.

Os demais 77, 7% estão classificados como não voluntários. Quem tem domicílio eleitoral no exterior vota apenas para presidente e vice-presidente. A organização da eleição fora do país cabe ao Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal, com apoio de consulados e missões diplomáticas.

Quase 80% não têm informação de cor ou raça No perfil racial, 1. 465. 558 registros, ou 79, 7% do total, aparecem sem informação de cor ou raça. Entre os 372. 288 registros que têm essa informação preenchida, a distribuição é: Pardos: 172. 719, ou 46, 4%; Brancos: 155.

459, ou 41, 8%; Pretos: 38. 884, ou 10, 4%; Indígenas: 2. 641, ou 0, 7%; Amarelos: 2. 585, ou 0, 7%. Pretos e pardos, somados, representam 56, 8% do grupo com informação racial disponível. Esse percentual não pode ser estendido ao conjunto dos mesários, porque não se conhece o perfil dos registros sem preenchimento.

Nos arquivos de 2018 e 2022 analisados, todos os registros aparecem como “não informado” nesse campo.

Leia a matéria completa em g1.globo.com

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