Michelle Bolsonaro (PL) afirmou, em nota divulgada nesta sexta-feira (11/9), que “atos de campanha continuam restringidos e prejudicados ” com decisão recente do ministro do Supremo Tribunal Federal ( STF ) Alexandre de Moraes sobre visitas de familiares a Jair Bolsonaro (PL), que cumpre prisão domiciliar.
A nota da candidata informou que, no dia 31 de agosto de 2026, protocolou petição solicitando autorização para permanência do pai, madrasta e irmãs de Michelle na residência da família durante o período em que Michelle Bolsonaro “precisasse se ausentar de casa, por qualquer que fosse o motivo”.
Se fosse deferido o pedido, segundo Michelle, familiares poderiam ficar com Jair em situação como a que ocorreu no início do mês, quando ela foi internada com quadro “de fortes dores”. A autorização também “atenderia às necessidades relacionadas à realização de atos de campanha eleitoral no DF e, eventualmente, em outros estados”, de acordo com Michelle. Leia também Brasil Moraes libera visita de parentes a Bolsonaro para Michelle fazer campanha Neila Guimarães Michelle publica vídeo convocando apoio do Exército Rosa a Flávio Bolsonaro
Segundo a candidata, o pedido era para que familiares pudessem ficar em casa, com Jair Bolsonaro, quando ela, eventualmente, estivesse ausente. “Não se tratou de pedido de autorização de visitas”, afirmou.
Nessa quinta-feira (10/9), Moraes autorizou a visita dos familiares em dois dias de semana, por duas horas. As visitas estarão liberadas às quartas-feiras e aos sábados, em uma das três faixas de horário estabelecidas: das 8 h às 10 h, das 11 h às 13 h ou das 14 h às 16 h.
“Essa decisão, na prática, é bem restritiva e não corresponde ao que foi solicitado na petição apresentada pelos advogados de Jair Bolsonaro. Com essa decisão, também os atos de campanha da candidata ao Senado Federal – Michelle Bolsonaro – continuam restringidos e prejudicados”, declarou.

