A gestora Kinea prevê desaceleração da economia brasileira em 2027, independentemente do vencedor da eleição presidencial de 2026, com PIB em alta de 1%, inflação de 4, 7% e Selic de 12, 5% no fim do ano. O cenário-base pressupõe ajuste fiscal de cerca de 2% do PIB no início do mandato, diante de juros restritivos e famílias endividadas.
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