Kim Yo-jong afirmou nesta quinta-feira (17) que o status de potência nuclear da Coreia do Norte é absoluto. Ela chamou de "idiotas" quem espera a desnuclearização. O país incorporou legalmente esse status à legislação. Os Estados Unidos estimam que o arsenal tenha 57 armas, enquanto a Coreia do Sul projeta entre 80 e 120.
A declaração ocorreu durante a Conferência Geral da agência nuclear em Viena. Kim Yo-jong classificou como "habituais conversas tolas" os discursos sobre desarmamento do país. O arsenal nuclear norte-coreano expandiu-se desde o fracasso da cúpula de 2019. Na época, Kim Jong-un e Donald Trump não chegaram a um acordo sobre o desarmamento.
A irmã do líder norte-coreano Kim Jong-un, Kim Yo-jong, afirmou nesta quinta-feira (17) que o status da Coreia do Norte como potência nuclear é "absoluto" e não pode ser revertido. Ela também chamou de "idiotas" aqueles que esperam a desnuclearização do país.
✅ Siga o canal de notícias internacionais do g 1 no WhatsApp A Coreia do Norte incorporou legalmente o status de potência nuclear à própria legislação. O governo de Pyongyang também afirma que o arsenal atômico é permanente e irreversível. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse recentemente que a Coreia do Norte possui 57 armas nucleares "muito poderosas".
Já a Coreia do Sul estima que o país tenha entre 80 e 120 ogivas. "A posição da Coreia do Norte como potência nuclear é absoluta e não pode ser revertida sob nenhuma circunstância", declarou Kim Yo-jong em um comunicado divulgado pela agência estatal KCNA. Segundo ela, o arsenal nuclear de Pyongyang "contribui significativamente para dissuadir os atos escandalosos dos criminosos internacionais".
A declaração foi feita enquanto a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) realiza a Conferência Geral em Viena. Kim disse que era previsível ouvir as "habituais conversas tolas" sobre os esforços para desnuclearizar a Coreia do Norte. "Se acreditam que isso é realmente possível, só ouvirão palavras de idiotas", afirmou.
O arsenal nuclear norte-coreano se expandiu desde o fracasso da segunda cúpula entre Kim Jong-un e Donald Trump, em 2019. Na ocasião, os dois países não chegaram a um acordo sobre o que Pyongyang receberia em troca de adotar medidas para reduzir seu programa nuclear.
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