Fundão do PT em SP tem mulheres na liderança e mesmo valor para "medalhões"

Fundão do PT em SP tem mulheres na liderança e mesmo valor para "medalhões"

Três candidatas a deputada federal lideram o ranking dos maiores repasses do Fundo Eleitoral do PT na chapa em São Paulo. Segundo os registros na Justiça Eleitoral , a vereadora Luna Zarattini lidera a lista, com R$ 2, 93 milhões em recursos da legenda para a campanha.

Aos 32 anos, Luna é considerada dentro do partido uma das principais lideranças jovens da sigla no estado. Aliados costumam colocar seu nome como possível candidata do PT à Prefeitura de São Paulo .

Em segundo na lista, está a deputada federal Juliana Cardoso, que busca a reeleição. A parlamentar recebeu até o momento R$ 2, 86 milhões do PT para tocar a campanha. Leia também Brasil Eleições: PT vê indícios de ataques coordenados contra mulheres candidatas Brasil Messias e Marinho discutem nas redes sobre Caso Master: “Militante do PT” Brasil PT e aliados esperam julgamento de Deltan no TSE antes do 1 º turno Minas Gerais Presidente do PT diz que crise do STF atinge Lula e pede ação da militância

Na sequência, aparece a deputada estadual Marcia Lia, que faz parte do grupo político do presidente nacional da sigla Edinho Silva. A parlamentar foi secretária de Edinho na prefeitura de Araraquara e está completando o terceiro mandato na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp).

Completam a lista dos cinco maiores contemplados o deputado federal Arlindo Chinaglia (R$ 2, 09 milhões) e a vereadora por Campinas Guida Calixto (R$ 2, 05 milhões). “Medalhões”

Figuras mais conhecidas do PT paulista, pelo menos na verba de campanha, não tem recebido tratamento diferenciado do partido. Nomes considerados apostas de boa votação e com histórico de ocupar cargos importantes no partido e nos governos do PT receberam, até o momento, R$ 1, 175 milhão cada.

São eles: o atual presidente nacional, Edinho Silva; o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu; o ex-presidente da Câmara dos Deputados João Paulo Cunha; e o ex-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Moisés Selerges.

Já Kiko Celeguim, presidente estadual da legenda; Paulo Teixeira, ex-ministro do Desenvolvimento Agrário; e Rui Falcão, ex-presidente nacional, receberam R$ 1, 8 milhão cada. O mesmo valor foi repassado a outros quadros importantes do partido em São Paulo, como Alencar Santana, Alfredinho, Carlos Zaratini e Jilmar Tatto.

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