O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, abriu a sessão do plenário da Corte desta terça-feira (15/9), que decidirá se abre investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, e disse que o colegiado tem o “dever de conduzir este tribunal por um período difícil de sua história”.
“A divergência é legítima, o confronto pessoal, não”, afirmou.
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