Belo Horizonte – Aex-delegada da Polícia Civil deMinas Gerais (PCMG) Monah Zein, acusada de atirar contra policiais durante uma abordagem transmitida ao vivo pelas redes sociais, em Belo Horizonte, será levada a júri popular. Em primeira instância, a Justiça havia decidido que a policial não iria a júri popular. OMinistério Público de Minas Gerais (MPMG), porém, recorreu da decisão e pediu que ela fosse julgada pelo Tribunal do Júri. Nessa quarta-feira (16/9), a segunda instância da Justiça aceitou o recurso e determinou que Monah seja levada a júri popular. A decisão ainda pode ser contestada por meio de recurso. Leia também Minas Gerais Mulher de réu por matar gari, delegada de MG chega a 420 dias afastada Minas Gerais Delegada que cedeu viatura ao marido em MG ficou 210 dias de licença Minas Gerais Delegadas de MG já receberam R$ 351 mil em meio a sucessivas licenças Segundo oTribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), aindanãohádata nem previsão para a realização do julgamento. Relembre o caso O caso aconteceu em 21 de novembro de 2023, quando equipes da Polícia Civil e do Corpo de Bombeiros foram até o apartamento de Monah, na Região da Pampulha, em Belo Horizonte. A ida ao local ocorreu depois que mensagens atribuídas a ela em um grupo de WhatsApp foram consideradas “preocupantes” . Naquele período, Monah estava afastada do trabalho e deveria retornar às atividades. Segundo os registros policiais, Monah estava armada com uma pistola e teria disparado contra quatro policiais durante a ocorrência . Enquanto os agentes estavam no prédio, ela chegou a transmitir parte da situação ao vivo pelas redes sociais. Monah permaneceu dentro do imóvel e acabou presa em flagrante quase dois dias depois. Posteriormente, passou a responder ao processo em liberdade provisória. Em agosto de 2024, o MPMG apresentou denúncia contra ela por tentativa de homicídio e resistência.
Ex-delegada acusada de atirar contra policiais irá a júri popular em MG

