Ministro diz que ajuste exigiria cortes em programas sociais ou despesas obrigatórias, como aposentadorias e benefícios do INSS
Cortar R$ 200 bilhões sem afetar programas é “papo furado”, diz ministro


Ministro diz que ajuste exigiria cortes em programas sociais ou despesas obrigatórias, como aposentadorias e benefícios do INSS