A bandeira tarifaria de novembro será verde, anunciou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta sexta-feira (30). Isso significa que não haverá cobrança adicional na conta este mês. (entenda mais abaixo) 🔎A bandeira tarifária sinaliza ao consumidor os custos reais da geração de energia no país. Quando a geração fica mais cara, a cobrança extra é aplicada automaticamente nas contas. De maio a setembro, a bandeira tarifária estava em nível amarelo, o que significava uma cobrança adicional de R$ 1, 88 a cada 100 kWh consumidos. Em setembro, a Aneel mudou para verde a bandeira tarifária de outubro. "A bandeira verde, que está em vigor desde outubro, permanece em novembro devido às condições favoráveis de geração, com o aumento de chuvas nas regiões onde estão localizadas as principais usinas hidrelétricas, o que traz equilíbrio nos reservatórios. Nesse cenário, não haverá necessidade de maior acionamento de termelétricas, cujo custo é mais elevado", disse a agência. Como funciona o sistema de cores 💡 O sistema de cores da Aneel sinaliza as condições de geração de energia. Se chove pouco e as hidrelétricas geram menos, é preciso acionar usinas termelétricas, que são mais caras. 💡 Para pagar por essas usinas, a Aneel aciona as bandeiras amarela, vermelha 1 ou vermelha 2, com taxas extras na conta de luz. Saiba quanto custa cada bandeira Cada bandeira tarifária acionada pela Aneel pode gerar um custo extra ao consumidor: 🟩bandeira verde (condições favoráveis de geração de energia) – sem custo extra;🟨bandeira amarela (condições menos favoráveis) – R$ 18, 85 por MWh (megawatt-hora) utilizado (ou R$ 1, 88 a cada 100 kWh);🟥bandeira vermelha patamar 1 (condições desfavoráveis) – R$ 44, 63 por MWh utilizado (ou R$ 4, 46 a cada 100 kWh);🟥🟥bandeira vermelha patamar 2 (condições muito desfavoráveis) – R$ 78, 77 por MWh utilizado (ou R$ 7, 87 a cada 100 kWh).
