Especialmente para as mulheres, o ato sexual , muitas vezes, é cercado de inseguranças e receios com o próprio corpo. Com a autoestima afetada, algumas delas deixam, inclusive, de praticar sexo. É natural notar detalhes que gostaríamos de mudar, mas o sinal de alerta acende quando isso se torna um obstáculo para explorar o prazer de forma saudável. Leia também Fábia Oliveira Caso Nanda Costa: quando insatisfação com o corpo afeta a autoestima Saúde Viagens após os 50 fortalecem autoestima e autonomia feminina Saúde Consultoria de imagem ajuda pacientes com câncer a manter autoestima Saúde Jovem recupera a autoestima após diagnóstico de alopecia de tração Atenção
AoMetrópoles , o cirurgião plástico Wilian Pires destaca que também é importante observar quando as questões ultrapassam o sexo.
“A insatisfação com o próprio corpo começa a ser um problema quando deixa de ser apenas uma questão estética e passa a interferir na rotina e, principalmente, na forma como a pessoa se relaciona”, afirma.
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O sexo é um dos pilares para uma vida saudável, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) PeopleImages/Getty Images 2 de 5
Uma vida sexual ativa e saudável tem impacto direto no bem-estar Yana Iskayeva/Getty Images 3 de 5
O prazer e o orgasmo liberam hormônios responsáveis pela diminuição do estresse e pela melhora do sono Getty Images 4 de 5
É possível manter a sexualidade ativa e saudável até a terceira idade filadendron/Getty Images 5 de 5
No sexo, a liberdade permite testar novas posições e descobrir novas formas de prazer South_agency/Getty Images
Durante o ato, isso pode aparecer de diferentes formas. O médico elenca situações comoevitar ficar nua, sentir vergonha extrema, preferir luz apagada por razões como essa, evitar determinadas posições e até deixar de ter as relações por medo de julgamento.
“ É importante entender que não existe um corpo perfeito. O que merece atenção é quando uma característica que incomoda começa a ocupar um espaço tão grande na cabeça da pessoa que interfere na autoestima, na intimidade e na qualidade de vida”, alerta Wilian.
Exponha o sentimento ao parceiro Quando buscar ajuda?
William acrescenta que é necessário, além de não negligenciar, buscar ajuda ao notar que a insegurança está ultrapassando limites do natural.
“ Nesses casos, umaavaliação individualizada é importante para entender o que realmente está causando esse desconforto e quais são as possibilidades para cada paciente. A cirurgia plástica pode ser uma opção, mas ela não deve ser vista como uma solução para tudo”, conclui.

