Advogado que se esbaldou no fist fucking chorou para parcelar dívida sexual

Advogado que se esbaldou no fist fucking chorou para parcelar dívida sexual

Gravações em vídeo obtidas pela colunaNa Mira flagraram o momento em que uma cafetina de Brasília esquadrinha minuciosamente a dívida de R$ 300 mil contraída por um influente e renomado advogado da capital federal. Apesar da posição de destaque no meio jurídico, o causídico tentou “chorar” e pechinchou um abatimento no montante devido pelos serviços da agenciadora, que organizava e contratava um verdadeiro “time profano” de garotas de programa e travestis para ornamentar os onerosos bacanais.

Nas gravações e nos registros contábeis analisados, ficou inicialmente acertado o parcelamento do débito em três parcelas de R$ 66 mil, somadas a pagamentos intermediários que alcançaram a marca de R$ 260 mil . Leia também Na Mira Advogado renomado dá calote em cafetina após se esbaldar no fist fucking Na Mira Fim da “xerecada”: Polícia Civil do DF fecha 3 º bordel na Asa Norte Na Mira “Xerecada suprema” rendia R$ 1, 5 mil por dia para cafetina na Asa Norte Na Mira “Xerecada da alegria”: clínica tem desfile para escolha de “terapeutas”

Para viabilizar a quitação célere do montante, a credora concedeu um desconto de R$ 40 mil . O operador do direito, contudo, descumpriu os prazos pactuados, o que levou a agenciadora a revogar o benefício concedido e restabelecer o valor integral da dívida em R$ 300 mil . Noites sacanas

O esquema, articulado com rigor nos bastidores, operava com precisão financiada por somas vultosas e pelo consumo desenfreado de drogas. No papel de organizadora e agenciadora das noites sacanas do jurista, a mulher viabilizava encontros em que a busca por fetiches extremados levava os limites físicos ao extremo.

A pedido do advogado, o ambiente chegava a reunir até cinco acompanhantes por sessão. Tratava-se de um grupo variado, composto por mulheres cisgênero e transexuais, contratadas para atender às preferências mais atípicas e particulares do cliente.

Em reuniões em que o requinte coexistia com cenários de degradação, as sessões seguiam dinâmicas rígidas: para atender às solicitações do contratante, as profissionais utilizavam luvas cirúrgicas para realizar procedimentos invasivos de alta intensidade corporal —prática conhecida no meio como fist fuck ou fisting .

Vejas imagens do advogado em “ação”: 3 imagens Fechar modal. 1 de 3

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Material cedido ao Metrópoles 3 de 3

Material cedido ao Metrópoles Assistência noturna

A complexidade das orgias refletia-se diretamente nos custos. Cada evento noturno alcançava a cifra de R$ 50 mil, garantindo o repasse individual de R$ 10 mil para cada uma das participantes dispostas a atender às exigências formuladas.

Paralelamente ao agenciamento, a mulher atuava como suporte operacional nas madrugadas. Era frequentemente solicitada com urgência para intervir quando o advogado perdia a consciência em aposentos reservados, desacordado em virtude da combinação de altas doses de bebidas alcoólicas com a inalação contínua de derivados de cocaína (crack).

Nesses episódios de vulnerabilidade física, quando a postura profissional dava lugar ao torpor causado pelos excessos, a agenciadora gerenciava os contratempos, quitava as despesas do local e preservava o sigilo necessário para resguardar a imagem pública do jurista. Inadimplência e Rolex falso

O desgaste na relação entre ambos intensificou-se à medida que os repasses financeiros deixaram de ocorrer com regularidade. A partir de 2021, a rotina de eventos acumulou um histórico expressivo de serviços prestados sem a devida contraprestação financeira.

Os débitos pendentes — referentes ao cachê das acompanhantes, intervenções emergenciais e comissões não pagas — geraram um passivo considerável. As promessas de quitação gradual transformaram-se em tratativas marcadas por adiamentos sucessivos.

Buscando conter as cobranças que se arrastavam ao longo dos anos, o causídico ofereceu como garantia de pagamento um relógio de luxo da marca Rolex, pertencente ao seu acervo pessoal, afirmando que o item possuía valor estimado em R$ 180 mil. Contudo, ao submeter a peça à avaliação técnica, a credora constatou tratar-se de uma réplica sem valor no mercado formal.

Desdobramentos policiais

Diante do prejuízo acumulado, a agenciadora buscou formalizar a cobrança por meio de instrumentos jurídicos elaborados por escritórios especializados. O defensor chegou a assinar termos de compromisso para o pagamento parcelado de valores próximos a Rf$ 67 mil, mas liquidou apenas uma parcela irrisória do montante total.

Em janeiro deste ano, ocorreu uma nova tentativa de protelação: um representante legal compareceu em nome do escritório do devedor solicitando um prazo adicional de duas semanas, sob a justificativa de que o jurista estaria recluso para tratamento em uma unidade de reabilitação. O período assinalado decorreu sem que houvesse qualquer transferência de valores, encerrando as negociações diretas.

A derrocada do vínculo de 11 anos culminou em registro formal perante a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), com a dívida consolidada em R$ 300 mil. Além dos depoimentos prestados, o conjunto probatório entregue às autoridades inclui um acervo documental composto por mensagens, planilhas financeiras e registros em vídeo capturados durante os eventos. Tentativa de contato

Entre os arquivos de mídia anexados — cujo teor visual inviabiliza a reprodução pública devido ao caráter explícito —, figuram registros detalhados das práticas físicas realizadas durante as sessões com as acompanhantes contratadas.

A coluna apurou que a defesa da agenciadora buscou repetidas vezes estabelecer contato direto com o devedor na tentativa de firmar um acordo extrajudicial e evitar a exposição do caso nas instâncias judiciais. No entanto, não houve retorno por parte do escritório de advocacia do qual o jurista é sócio.

Agora sob investigação oficial e com o histórico exposto, o influente operador do direito vê a disputa financeira e os registros de sua vida privada converterem-se em elementos de prova em um processo que tramita nos bastidores policiais da capital.

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