Uma menção ao nome da atual governadora do Distrito Federal,Celina Leão (PP) , apareceu em trecho do material tornado público pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça na última semana, com a quebra de sigilo das investigações da operação Compliance Zero. Leia também Dinheiro e Negócios STF forma maioria para que TJBA mantenha depósitos judiciais no BRB Dinheiro e Negócios As manobras do BRB para pagar bilhões ao Master em operações fraudulentas Distrito Federal GDF cria comissão para recuperar valores e ativos em favor do BRB Grande Angular BRB afasta funcionários citados em investigação do Caso Master
O nome de Celina é citado em uma conversa entreDaniel Vorcaro e o empresárioThiago Miranda interceptada e registrada pelos investigadores nos autos. O diálogo ocorreu no dia 5 de abril de 2025. Miranda enviou o link de uma reportagem do jornal O Globo cujo título era: “O climão na cúpula do governo do Distrito Federal com a compra bilionária do Master”. Logo depois, o empresário escreveu: “A Celina eu conheço MUITO BEM. Ela agora tá querendo aparecer porque ficou de fora da operação”. Vorcaro, então, respondeu: “[Celina] Não ficou de fora, não. Isso aí é jogo para se preservar na política. Discussão política da operação não me preocupa, se for esse o novo foco. O problema é a descredibilização minha e do Master. Isso, sim, temos que atacar”. Confira o trecho completo do diálogo: Em vídeo publicado no fim da tarde desta terça-feira (15/9) nas redes sociais, Celina reafirma que se posicionou contra a compra do Master pelo BRB seis meses antes da operação ser anunciada. Na gravação, ela destaca que “a ordem [de Vorcaro no diáologo] foi partirem para o ataque” e afirma que não trocou mensagens com o banqueiro. “Os sigilos foram quebrados, as pessoas foram expostas. E eu não tenho preocupação sobre isso.” “É o diálogo de terceiros que se unem, inclusive, para me atacar porque eu era contrária a esta operação”, conclui Leão do vídeo. Assista: Ver esse post no Instagram Um post compartilhado por 🇧🇷Celina Leão (@celinaleao) A divulgação da troca de mensagens incitou a oposição que pediu providências à Procurador-Geral da República (PGR) e à presidência da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).

