Um dia após sessão do STF, Eduardo se reúne com governo Trump

Um dia após sessão do STF, Eduardo se reúne com governo Trump

Um dia após o STF paralisar o julgamento de Alexandre de Moraes , o ex-deputado Eduardo Bolsonaro e o influenciador Paulo Figueiredo iniciam, nesta quarta-feira (16/9), uma série de reuniões com integrantes do governo Donald Trump em Washington D. C.

As primeiras agendas da dupla, segundo apurou a coluna, serão nesta quarta com integrantes do Departamento de Estado americano . As reuniões continuam na quinta-feira (17/9), quando eles têm audiências marcadas comintegrantes da Casa Branca . 3 imagens Fechar modal. 1 de 3

Em convenção, Trump pede que apoiadores "trapaceiem para caralho" Reprodução/Redes Sociais 2 de 3

Ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL) VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius. foto 3 de 3

Eduardo Bolsonaro VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius. foto

A principal pauta das reuniões, segundo apurou a coluna, será o pedido de investigação contra Moraes no Caso Master, cuja análise foi adiada após pedido de vista do ministro Flávio Dino . Eduardo pretende levar detalhes da sessão do STF aos americanos.

Eduardo e Figueiredo tentam convencer o governo Trump a retomar as sanções da Lei Magnitsky contra Moraes e a incluir Dino na lista de autoridades punidas pelas sanções. Para bolsonaristas, a sessão do STF da terça abre uma janela de oportunidade para isso. Leia também Igor Gadelha Bolsonaristas veem vantagem de Mendonça sobre Moraes em julgamento Igor Gadelha O advogado que faz a ponte entre Gilmar Mendes e Flávio Bolsonaro Igor Gadelha Para ministros de Lula, Moraes saiu enfraquecido de sessão do STF Igor Gadelha Análise: Moraes e Lula saem enfraquecidos de sessão do STF

Moraes já havia sido alvo da Lei Magnitsky em 2025. As sanções contra o ministro do Supremo, entretanto, foram posteriormente retiradas pelo governo americano após pedido de empresários brasileiros e de integrantes do governo Lula.

Dentro do governo Trump, porém, há uma ala que demonstra cautela com o timing da medida. O temor é de que a aplicação de sanções antes das eleições brasileiras acabe favorecendo Lula, ao reforçar o discurso do petista em defesa da soberania nacional.

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