A biomédica Mariana Mattos, de 29 anos, foi agredida no rosto por uma supervisora do MetrôRio nesta quinta-feira (23). A agressão com cassetete ocorreu na Estação São Cristóvão. Mariana relatou que a concessionária demorou 30 minutos para fornecer transporte ao hospital e não liberou as imagens das câmeras. Ela recebeu 3 pontos na boca. O caso de agressão foi registrado na 17 ª DP (São Cristóvão). A Polícia Civil encaminhou a passageira agredida para realizar exame de corpo de delito. A biomédica Mariana Mattos, de 29 anos, denuncia que foi agredida por uma funcionária do MetrôRio na noite desta quinta-feira (23), na Estação São Cristóvão, após sair do jogo do Flamengo pela Libertadores. Imagens em redes sociais dela mostram seu rosto ferido após a agressão. O MetrôRio afirma que ela foi acidentalmente atingida (leia a íntegra na nota no fim). Mariana afirma que aguardava para passar pela catraca com outros torcedores do Flamengo quando, durante um princípio de confusão entre outros passageiros, foi agredida no rosto com um cassetete por uma funcionária da concessionária, que mais tarde se identificou como supervisora de segurança. Segundo Mariana, o Metrô Rio demorou 30 minutos para disponibilizar uma viatura para que ela fosse ao hospital e não entregou as imagens das câmeras de segurança. Ela foi atendida no Quinta D’Or e precisou levar três pontos na boca. A ocorrência da agressão foi registrada na 17 ª DP (São Cristóvão). A Polícia Civil informou que a vítima foi encaminhada para exame de corpo de delito. 📱Baixe o app do g 1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graçaConfusão começou antes das catracas Ao g 1, Mariana Mattos contou que saiu do jogo entre Flamengo e Estudiantes de La Plata e seguiu para a estação de metrô de São Cristóvão. Por volta de 0 h 20, houve um princípio de confusão depois que dois homens tentaram furar a fila para as catracas. Segundo ela, começou uma troca de empurrões envolvendo um grupo de pelo menos cinco pessoas. A equipe de segurança da estação se aproximou para intervir e, nesse momento, uma das agentes atingiu Mariana, que não participava da briga, com um cassetete. O rosto de Mariana sangrou muito, e a briga terminou por causa do susto dos outros passageiros. De acordo com a vítima, ela foi levada pela segurança a uma sala, pela mesma agente que a teria agredido e que se identificou como Iara, supervisora de segurança do metrô. Lá, Mariana teve acesso a uma pia para lavar o sangue e a gaze para tentar estancar o ferimento. Ela conta que a agente passou a afirmar que o machucado teria sido causado por uma garrafa de vidro usada como arma por outro torcedor. Mariana esperou 30 minutos até que o metrô disponibilizasse uma viatura para levá-la ao hospital. Ela foi socorrida no Hospital Quinta D’Or, onde levou três pontos na boca. Ainda segundo o relato, a polícia foi acionada pelo próprio hospital e levou Mariana até a 17 ª DP, onde ela registrou a ocorrência e foi encaminhada para exame de corpo de delito. O que diz o Metrô Rio O MetrôRio se pronunciou com a seguinte nota: "O MetrôRio informa que, no início da madrugada desta sexta-feira (23/10), registrou uma ocorrência na estação São Cristóvão envolvendo dois grupos de torcedores. A equipe de segurança precisou intervir e, na tentativa de retirar os objetos que os torcedores levavam, uma cliente foi acidentalmente atingida. As equipes da concessionária prestaram atendimento à cliente no local e a encaminharam para o hospital". 🟩O g 1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do g 1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop.
Torcedora afirma que foi agredida após jogo por funcionária do MetrôRio
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