Tati Machado expõe comentário que a incomoda após perda gestacional

Tati Machado expõe comentário que a incomoda após perda gestacional

Tati Machado revelou que levou seis meses para conseguir entrar no quarto preparado para Gael, filho que perdeu aos oito meses de gestação. Ao revisitar o período de luto, a apresentadora contou nas redes sociais como lidou com a ausência do bebêe falou sobre situações que ainda a incomodam.

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“No luto é um dia de cada vez, uma hora de cada vez. Eu demorei seis meses para entrar no quartinho dele. Eu fiz questão de segurar, mas eu não segurei tanto quanto eu gostaria de ter segurado”, contou. Leia também Fábia Oliveira Tati Machado relata medo de revelar segunda gravidez após perda gestacional Fábia Oliveira Tati Machado anuncia que está grávida de um menino: “Rafael” Fábia Oliveira Tati Machado nega gestação de gêmeos: “Só tem um” Fábia Oliveira “Gangorra de emoções”, diz Tati Machado sobre nova gravidez

A apresentadora também revelou que não se sente confortável com uma expressão que costuma ouvir ao contar sobre a perda. Segundo Tati, algumas pessoas passaram a se referir a Gael como um “anjo” e a questioná-la sobre ser “mãe de anjo”.

“Sempre falam assim: ‘Ah, você é mãe de anjo?’. Eu não queria ser mãe de anjo, não. A verdade é essa!”, reclamou. 6 imagens Fechar modal. 1 de 6

Tati Machado relata medo de revelar segunda gravidez após perda gestacional GNT/Reprodução 2 de 6

A jornalista Tati Machado Reprodução/Redes sociais 3 de 6

Tati Machado Arquivo Pessoal 4 de 6

Ela está na TV desde criança Arquivo Pessoal 5 de 6

Tati Machado Reprodução/Redes sociais 6 de 6

Tati Machado Instagram/Reprodução

Ao falar sobre como acolher alguém que enfrenta uma perda gestacional, Tati defendeu que familiares e amigos priorizem a escuta em vez de tentar encontrar palavras para amenizar a dor.

“Eu acho que mais do que conselho, o conselho é para quem não está passando, mas conhece alguém que está: seja escuta, não precisa falar nada, pois falar ajuda a curar a gente de alguma maneira, ajuda no processo da dor e do luto, por isso gostamos tanto de falar”, acrescentou.

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