Saúde de ponta a ponta: como a Rede D’Or construiu uma gigante de 76 hospitais

Saúde de ponta a ponta: como a Rede D’Or construiu uma gigante de 76 hospitais

No meio do Peixoto, bairro de ruas arborizadas a poucos metros da praia de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, está um exemplo do que há de mais moderno na medicina brasileira. Num prédio de sete andares fica o Copa Star, hospital da Rede D’Or referência no Brasil no uso de tecnologia. Por ali, uma cirurgia pode ser feita à distância, por um médico com um console nas mãos, com o apoio de um robô com braços articulados. O objetivo: ter precisão máxima nos cortes para reduzir o impacto sobre o paciente e, assim, reduzir o risco de complicações no pós-operatório. O Copa Star foi uma das primeiras unidades no Brasil a receber um robô-cirurgião, cujo preço pode chegar a 6 milhões de dólares. Atualmente, a companhia tem o maior parque de robótica entre os hospitais da América Latina. Nos últimos cinco anos, a empresa investiu 600 milhões de reais para comprar 42 equipamentos cuja finalidade é dar eficiência ao médico-cirurgião.

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