O dinheiro tem uma qualidade curiosa: quando falta, ocupa todos os pensamentos; quando sobra, ainda que um pouco, começa a produzir dúvidas. Deixar na conta? Comprar dólares? Aplicar naquele investimento que um conhecido garante ser imperdível? O mercado financeiro, sempre disposto a oferecer respostas, raramente começa pela pergunta mais importante:para que servirá esse dinheiro?
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