Se o CEO deixasse o cargo amanhã, quem assumiria? Na maior parte das empresas familiares brasileiras, a pergunta não tem resposta formal. No estudo “Governança em Empresas Familiares: Evidências Brasileiras”, conduzido pelo IBGC em parceria com a PwC e que ouviu 279 empresas em 21 estados, 72, 4 % das companhias de capital fechado relataram não ter plano de sucessão para cargos-chave.
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