PSD entra com recurso no STF para restabelecer 2° turno para governador do RJ

PSD entra com recurso no STF para restabelecer 2° turno para governador do RJ

O PSD acionou o STF com uma ADPF para tentar restabelecer o segundo turno da eleição para governador do Rio. A votação está prevista para 25 de outubro. No sábado (10) o TRE-RJ confirmou a vitória de Douglas Ruas no primeiro turno após retotalização. Ele atingiu 50, 88% dos votos válidos.

A mudança ocorreu após o TSE determinar a anulação dos 274. 411 votos de Anthony Garotinho. O candidato concorreu com o registro indeferido. O PSD contesta a exclusão e argumenta que esses votos devem integrar a base de cálculo. O nome do candidato estava na urna.

O ministro Cristiano Zanin negou um recurso anterior por questões processuais. O PSD apresentou nova ação na segunda-feira (12). O PSD, partido de Eduardo Paes, entrou com uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) no STF para tentar restabelecer o segundo turno da eleição para governador do Rio, previsto para 25 de outubro.

No último sábado (10), o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) confirmou a vitória de Douglas Ruas (PL) na eleição para o governo do estado, após a retotalização dos votos do primeiro turno. Com a anulação dos 274. 411 votos de Anthony Garotinho (Republicanos), determinada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Ruas alcançou 50, 88% dos votos válidos e teve a eleição no primeiro turno reconhecida pela Justiça Eleitoral.

No atual recurso, o PSD contesta a decisão do TSE que anulou os votos dados a Anthony Garotinho e, após a retotalização, transformou os 49, 27% do primeiro colocado em 50, 88%. O PSD argumenta que esses votos foram dados a um candidato que estava na urna e, por isso, devem continuar integrando a base usada para definir se haverá segundo turno.

Em caráter liminar, pede a suspensão da retotalização e a retomada da disputa entre os dois candidatos mais votados. Disputa jurídica após primeiro turno A disputa pelo governo do Rio de Janeiro em 2026 passou das urnas aos tribunais porque a validade dos votos de Anthony Garotinho (Republicanos) era decisiva para definir a realização de um segundo turno entre Douglas Ruas (PL) e Eduardo Paes (PSD).

Garotinho concorreu com o registro de candidatura indeferido e um recurso pendente no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Após a votação, pediu para desistir desse recurso — movimento que Paes classificou como uma “manobra” para beneficiar Ruas. No dia 8 de outubro, o TSE rejeitou a desistência, mas manteve o indeferimento da candidatura e determinou a anulação dos 274.

411 votos do ex-governador, por cinco votos a dois. Com a retirada desses votos do cálculo, Ruas passou de 49, 27% para 50, 88% dos votos válidos na retotalização realizada pelo TRE-RJ em 10 de outubro, alcançando o percentual necessário para vencer no primeiro turno.

A coligação de Paes recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF), argumentando que os votos de Garotinho deveriam integrar a base de cálculo da maioria absoluta, já que seu nome estava na urna e recebeu votos dos eleitores. O ministro Cristiano Zanin negou o pedido por entender que ainda não havia recurso extraordinário apresentado nem análise de admissibilidade pelo TSE.

Leia a matéria completa em g1.globo.com

Recomendadas

Geral

Flávio aciona TSE por apoio de sindicatos a Lula e quer cassar chapa rival

Jogos

Prefeitura de SP suspende rodízio de veículos na cidade após fortes chuvas

Geral

Virginia recebe buquê de flores e cantada após fim do namoro com Vini Jr.