Pressionado por pesquisas, Lula cobra Fachin por solução na crise no STF

Pressionado por pesquisas, Lula cobra Fachin por solução na crise no STF

Um dia após o embate público entre os ministros do Supremo Tribunal Federal ( STF ) em sessão plenária, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez uma cobrança ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin, para a contenção da crise. O petista afirmou que a sociedade não pode ficar “assistindo a esse denuncismo”.

“O que não dá é pra sociedade ficar assistindo esse denuncismo […] a sociedade ouvindo atônita isso todo santo dia. O presidente Fachin tem a responsabilidade de não permitir que isso atrapalhe o processo eleitoral. Porque as pessoas que criaram o Banco Master foram eles”, disse o petista durante entrevista ao Desce a Letra Show, no YouTube.

A declaração de Lula ocorre em meio ao avanço do senador Flávio Bolsonaro (PL) nas pesquisas de intenção de voto. Leia também Brasil Lula afirma que Flávio Bolsonaro tem “raiva” de Moraes por prisão do pai Brasil Lula diz que debate como o de terça no STF “não é correto” Brasil Lula reforça ataque às bets: “Minha disposição pessoal é acabar”

O novo levantamento Quaest aponta,pela primeira vez na campanha eleitoral, vantagem numérica do parlamentar sobre o presidente no segundo turno. A pesquisa mostra Flávio com 42% das intenções de voto, enquanto o petista aparece com 40%, em cenário de empate técnico dentro da margem de erro, de dois pontos para mais ou para menos. Crise no STF

Inicialmente, os ministros se reuniram nessa terça-feira (15/9) para decidir se Alexandre de Moraes seria investigado por sua relação com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

O debate descambou para o caos institucional, com uma série de acusações, ofensas, dedos em riste, gritos e enorme tensão, em sessão que marcou o racha da Corte. Aberta a votação do pedido de Gilmar, o placar ficou em 4 a 3. Depois, entrou o pedido de vista de Flávio Dino, que tem até 90 dias para devolver o caso ao plenário.

Votaram a favor de manter os casos separados o presidente da Corte, Edson Fachin, e os ministros André Mendonça, Luiz Fux e Cármen Lúcia. Já Moraes, Gilmar e Cristiano Zanin defenderam a análise conjunta. Dino havia votado com este segundo grupo, mas, depois de um debate acalorado entre Mendonça e Gilmar, ele pediu vista e adiou a definição do caso.

A indefinição sobre o futuro da investigação sobre Moraes também coloca em dúvida se a sessão da próxima terça-feira (23/9), com caso semelhante, será realizada. Está na pauta o julgamento para decidir se a conduta de Mendonça será investigada.

Leia a matéria completa em metropoles.com

Recomendadas

Finanças

Vilipêndio: mensagens após morte de tiktoker Duda Alves causam revolta

Jogos

Álbum de Anitta é indicado a melhor do ano no Grammy Latino; veja lista

Geral

Xabi Alonso compara João Pedro com Benzema: "Me lembra em muitos aspectos"

Pressionado por pesquisas, Lula cobra Fachin por solução na crise no STF | BlinkNews