O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, discursou na Assembleia Geral da ONU nesta quinta-feira (24). ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g 1 no WhatsApp Abbas criticou o governo Trump por ter negado vistos a ele e a sua equipe, uma violação às obrigações dos EUA como país-sede da Assembleia Geral da ONU.
A autoridade palestina afirmou também que o povo palestino e sua liderança "não deveriam ser punidos por exigir o fim da ocupação israelense e nem exigir punição a Israel pelo conflito. Abbas não estava presente no plenário da ONU e seu discurso foi transmitido aos presentes, porque o governo Trump negou seu visto —assim como em 2025.
Em 2024, ainda com o governo Biden, ele pôde ir a Nova York para fazer sua fala na Assembleia Geral. O discurso de Abbas ocorreu em meio à expansão dos assentamentos israelenses na Cisjordânia e a um impasse na Faixa de Gaza no pós-guerra. Cisjordânia: Escalada de tensões e de ataques combates de colonos israelenses contra palestinos nas regiões da expansão rumo ao domínio da área E 1, que ameaça a solução de dois Estados.
Situação motivou sanções do Reino Unido e de outros 11 países contra Israel. Gaza: Israel e o grupo terrorista Hamas estão em um impasse que envolve a retirada de tropas israelenses do território palestino e o desarmamento dos terroristas. O Conselho da Paz, de Donald Trump, anunciou nesta semana US$ 2, 45 bilhões para a reconstrução de Gaza.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, também discursará na Assembleia Geral da ONU nesta quinta-feira. Ele prometeu que vai "dizer a verdade" sobre as tropas israelenses —envolvidas em Gaza e em outros conflitos pelo Oriente Médio— e criticará o prefeito de Nova York, Zohran Mamdani.
Esta reportagem está em atualização.

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