Em dez anos, a participação do comércio eletrônico no varejo brasileiro passou de 5, 1% para 17, 7%, segundo o levantamento do Morgan Stanley. A projeção do estudo é chegar a 23% até 2029. No mesmo período, o volume bruto de mercadorias negociadas pela companhia multiplicou-se por dez, enquanto os pagamentos processados pelo Mercado Pago avançaram 56 vezes . Hoje, o Brasil responde por 54, 2% da receita global do grupo.
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