Em três semanas, mais de 10 milhões de pessoas entraram em um canal de WhatsApp administrado do celular de um único deputado. Agora, o responsável pela mobilização digital que se tornou um dos fenômenos da reeleição deLuiz Inácio Lula da Silva (PT) diz que não quer cargo no governo que ajudou a reconduzir.
Leia mais em:

