Adriana Hidalgo conquistou a confiança de dezenas deararas selvagens, que passaram a pousar diariamente em sua janela em Caracas, na Venezuela . A relação de respeito e paciência construída com os animais permite que as aves cheguem até a casa da mulher por vontade própria para receber alimento e atenção. Leia também É o bicho! Chamada de papagaio, arara “rebate” e corrige pedestre na rua Ciência Nova lista da fauna ameaçada inclui arara-azul, bugio-preto e tamanduaí Brasil Araras-canindés voltam a voar livres no céu do Rio após 200 anos É o bicho! Araras nascem na Mata Atlântica após 200 anos de extinção Veja o vídeo que bombou na web:
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Com o passar do tempo, as aves se tornaram mascotes da cidade, sendo comuns em prédios e telhados. “Para alguns, é uma perda de tempo… Para mim, é ganhar a vida em instantes” , declarou Adriana sobre a presença dos animais em sua residência. Inteligentes e sociáveis, as araras viraram mascotes da capital venezuelana e frequentam varandas em busca de segurança e alimento Rotina das araras e a relação com os moradores
As araras viraram parte da paisagem urbana de Caracas e estampam até murais artísticos.
Segundo a revista National Geographic, as aves sobrevoam a capital venezuelana em busca de alimento, associando varandas à segurança e experiências positivas pela inteligência social da espécie.
Entre os visitantes mais frequentes da janela estão Amadeo e o filho, Condorito. Os registros das interações encantam seguidores no perfil do Instagram @guacamayas 212 , no qual moradores dão apelidos e compartilham fotos das araras. Embora pareçam dóceis, as araras são animais silvestres e exigem distância para evitar estresse ou dependência da alimentação humana Cuidados ao interagir com araras e fauna silvestre
Apesar da proximidade registrada em Caracas, especialistas alertam que a aproximação com araras e outros animais silvestres exige cautela. As aves continuam livres e podem reagir a situações de medo, estresse ou sensação de ameaça.
O ideal é observar a distância, evitando tocar ou forçar capturas para fotos.
A oferta frequente de alimentos também deve ser evitada para não alterar hábitos naturais ou gerar dependência humana. Ao encontrar um bicho ferido, a recomendação é acionar órgãos ambientais.

