A norte-americana Robbinjo Odum, de 29 anos, de Oklahoma, diagnosticada com pancreatite necrosante, descobriu, em junho de 2026, durante uma ida ao hospital que estava grávida de uma menina e que já estava na 27 ª semana de gestação.
Dias depois, por conta de uma complicação da doença , precisou ser internada.Como sua vida e a do bebê estavam em risco, ela foi submetida a um parto prematuro.
Casada e mãe de outra garotinha de dois anos e meio, logo após o nascimento da segunda filha, ela e o marido, Cameron Odum, perceberam que a recém-nascida apresentava uma anatomia complexa e receberam a notícia de que a pequena nasceu comextrofia da bexiga, fusão dos canais anal e urogenital, ânus imperfurado, doença renal crônica e outras condições. Leia também Saúde Gastroenterologista lista os principais sintomas da pancreatite Saúde Alertas sobre canetas emagrecedoras reacendem debate sobre pancreatite Vida & Estilo Pancreatite: o que colocar na dieta para evitar inflamação no pâncreas Vida & Estilo Pancreatite e pedras na vesícula: riscos das canetas emagrecedoras Diagnóstico de pancreatite aguda
Em 2024, a norte-americana foi a uma unidade hospitalar para fazer uma cirurgia de retirada da vesícula biliar.Porém, durante o procedimento, os médicos descobriram que ela havia desenvolvido uma pancreatite necrosante
Segundo a Cleveland Clinic , a pancreatite necrosante é uma evolução grave e potencialmente fatal que atinge cerca de 10% a 20% dos pacientes diagnosticados com pancreatite aguda. Ela ocorre quando uma lesão ou inflamação severa no pâncreas impede a microcirculação do órgão.Isso pode levar à falta de fluxo sanguíneo ou à morte do tecido pancreático ou peripancreático.
Conforme relato de Robbinjo à plataforma GoFundMe — onde seu marido criou uma campanha para ajudar nas despesas médicas e do dia a dia —, sobreviver a essa condição trouxe severas sequelas,incluindo falência múltipla de órgãos e uma massa pulmonar que se espalhou pelo seu corpo, além de insuficiência intestinal e gastroparesia. Descoberta da gravidez e parto prematuro
Em junho deste ano, Robbinjo descobriu que estava grávida de 27 semanas de outra menina. Ela e o marido ficaram felizes, mas poucos dias depois descobriram que o feto possuía algumas complicações médicas.
Cerca de um mês depois da notícia da gestação, a norte-americana precisou ser internada por conta da pancreatite necrosante. No dia 19 de agosto, ela precisou ser submetida a um parto de emergência, pois havia sido diagnosticada com pré-eclâmpsia grave, e isso pôs em risco a sua vida e a do bebê.
Ao nascer, de forma prematura, a pequena HazelJo apresentou uma anatomia complexa.Ela nasceu com extrofia da bexiga, fusão dos canais anal e urogenital, ânus imperfurado, doença renal crônica e outras condições.
Em menos de 24 horas, a recém-nascida precisou ser submetida a uma cirurgia para a criação de uma colostomia e fístula mucosa, para permitir que o bebê pudesse evacuar.
O procedimento é o primeiro de muitos que HazelJo precisará fazer ao longo de sua vida. Entre as cirurgias que estão previstas para os próximos meses e anos estão criar uma abertura anal, reconstruir toda a sua vagina e outras várias intervenções para concluir o processo.
Agora, Cameron divide suas atividades diárias entre os cuidados da esposa e da filha recém-nascida internadas e da filha mais velha, .
Robbinjo compartilha: “Estamos lutando para suprir nossas necessidades básicas e manter nossa família segura e estável enquanto enfrentamos esses novos desafios. Atualmente, utilizo oxigênio de alto fluxo, dependo de uma sonda de gastrostomia e nutrição parenteral total (NPT) para todas as minhas necessidades nutricionais e uso cadeira de rodas devido à grave deterioração muscular e óssea”, conclui.

