Morte de casal em BH: diarista passará por exame de insanidade mental na 2ª

Morte de casal em BH: diarista passará por exame de insanidade mental na 2ª

Belo Horizonte – A diarista Paola Stefany Neto Cirino, de 30 anos, suspeita de matar o casal de idosos Cláudio Atala Inácio, de 75 anos, e a empresária Maria Clotilde Atala Inácio, de 76 anos, dentro do apartamento das vítimas, no bairro São Pedro, na capital mineira , no dia 29 de junho, passará por exame que pretende investigar se ela possui insanidade mental . A avaliação será feita nesta segunda-feira (14/9), segundo a informação confirmada peloMetrópoles , neste domingo (13/9). Leia também Minas Gerais Casal morto em BH: saiba por quais crimes a diarista Paola responderá Minas Gerais Diarista Paola é denunciada à Justiça por latrocínio de casal em BH Minas Gerais Quem é Paola, diarista que matou casal em BH no 1 º dia de trabalho Minas Gerais Diarista que matou casal em BH é indiciada por duplo latrocínio

A solicitação do exame foi feita pela Justiça levando em consideração alguns elementos, como relatos de familiares sobre um histórico de instabilidade emocional e registros de atendimentos psiquiátricos de urgência . Paola já teria sido atendida no Hospital André Luiz e em um Centro de Atenção Psicossocial (Caps) de Ribeirão das Neves.

Outro ponto considerado pela Justiça foi a própria versão apresentada por Paola durante o processo. Conforme registrado na decisão, ela afirmou que teria cometido o crime durante um“surto psicótico” . Relembre o caso

A diarista Paola Stefany Neto Cirino foi indiciada e denunciada por duplo latrocínio. Ela confessou ter dopado com clonazepam e assassinado a facadas o advogado Cláudio Atala Inácio, de 75 anos, e a empresária Maria Clotilde Atala Inácio, de 76 anos, no dia 29 de junho, na primeira vez em que foi apartamento do casal para realizar o serviço de diarista.

Após cometer os homicídios, a acusada roubou joias, relógios, telefones celulares e cerca de R$ 18 mil em dinheiro em espécie antes de fugir do local.

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) pediu o aprofundamento das investigações sobre o primo de uma das vítimas, responsável por indicar a mulher para realizar uma faxina na residência . Segundo os advogados de Paola, “ ela diz que não teve qualquer participação de terceiros no crime , logo não há nada a falar sobre o primo que a indicou para a faxina”. Habeas Corpus

A defesa tenta a liberdade de Paola, por meio de habeas corpus, após negativa de liberdade em segunda instância. As alegações são: Paola é réu primária; Não tem antecedentes criminais; Boa-fé perante a sociedade; Crime foi uma fato isolado.

O horário e o local onde o exame será realizado não foram informados.

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