Morreu aos 88 anos o artista de pop psicodélico que personificou o movimento “flower power” dos anos 1960. A morte foi confirmada pelo filho dele, Adam Max, em um comunicado divulgado nesta quarta-feira (16/9). Segundo ele, Max faleceu na segunda-feira (14/9). A causa da morte não foi divulgada.
“Recordaremos sua criatividade extraordinária, seu calor humano, sua curiosidade e a maneira como ele via beleza e possibilidades em toda parte”, escreveu Adam Max.
O Flower Power foi um movimento político de resistência passiva criado no fim da década de 1960. Peter Max era apaixonado por arte e astronomia. Em 1952, ele abre um pequeno estúdio de arte em Manhattan, que ganha inúmeros prêmios por ilustrações de capas de livros e design gráfico. Leia também São Paulo MPSP cobra explicação da Prefeitura por fiscalização a artistas na Paulista Entretenimento Ed Sheeran perde apoio de artistas após tirar rapper pró-Palestina de shows Minas Gerais Copasa oferece R$ 6 mil a artistas para pintar murais em Minas Entretenimento Cirque du Soleil: rotina dos artistas inclui funk no treino e automaquiagem
Em 1967, o pôster “Be In” de Max inspira centenas de milhares de hippies a se reunirem no Central Park, em Nova York, e imortalizarem o Verão do Amor. Após isso, ele se torna um ícone da cultura pop e aparece em importantes programas de TV.
“Minha jornada de vida tem sido uma odisseia através do tempo e do espaço, repleta de momentos vívidos, abundante em cores, deslumbrante em paisagens e vibrante em sons eufônicos. Esses momentos, em conjunto, criam minha história, não apenas de quem eu era, mas também de quem eu me tornaria – um artista vivendo na cidade de Nova York, onde tive a sorte de alcançar um público global com minha arte e filosofia”, disse ele.

