O ex-vereador e presidente do União Brasil em São Paulo, Milton Leite, afirmou aoMetrópoles que “não está foragido” e irá se apresentar às autoridades em um período de 24 horas. Ele é um dos alvo de prisão no âmbito da Operação Vectura Corrupta, deflagrada nesta quinta-feira (17/9) pela Polícia Civil e o Ministério Público de São Paulo ( MPSP ).
A Justiça decretou a prisão de Leite e de outras 15 pessoas, entre elas advogados, o candidato a deputado estadual Danilo Morgado (PL) e Levi dos Santos Oliveira, que foi é ex-presidente da SPTrans e também foi ex-secretário de Mobilidade e Trânsito da gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB), por envolvimento com o núcleo político do Primeiro Comando da Capital (PCC) e .
Segundo Leite, as alegações apresentadas pela polícia sobre encontros com Oliveira, um dos alvo de prisão, era decorrente ao período em que assumia a cadeira na Prefeitura de São Paulo. Leia também São Paulo Quem são os alvos de operação contra esquema do PCC no transporte público São Paulo Quem é Milton Leite, alvo de operação contra o PCC no transporte de SP São Paulo Candidato à Alesp pelo PL, Danilo Morgado é preso, suspeito de elo com PCC São Paulo Milton Leite é alvo de operação que apura elo do PCC com empresas de ônibus
“Eu me reunia porque era vice-prefeito e eu tive essa designação pelo Bruno Covas, em resolver a questão dos transportes”, declarou.
AoMetrópoles , Leite também argumentou que não está foragido. Segundo ele, o motivo de não estar em casa é por conta de agenda política do filho, que é candidato a deputado estadual, e compromissos da empresa.
“Aproveitei para sair porque minha mulher não está no Brasil. Pedi para ela voltar. Foi coincidência só. Eu saí para cuidar de assuntos da minha empresa e de campanha do meu filho, no interior de São Paulo”.
Leite reforçou que irá se apresentar nas próximas 24 horas: “Eu vou me apresentar, eu pedi 24 horas para poder me apresentar. Não estou me escondendo não”, afirmou.

