A funkeira MC Pipokinha afirmou ter sido presa pela imigração em Paris, na França, nesta terça-feira (15/9). A cantora e criadora de conteúdo adulto, que encerrou recentemente umaturnê pela Europa , estava a caminho de Londres, na Inglaterra , e disse que foi impedida de seguir viagem pela polícia. Leia também Celebridades Quem é MC Pipokinha, funkeira condenada após show com conteúdo sexual Celebridades MC Pipokinha é condenada após cena sexual em show com adolescentes; entenda Celebridades MP recorre para aumentar indenização de MC Pipokinha para R$ 1, 4 milhão Fábia Oliveira MC Pipokinha é derrotada na Justiça após confusão em show Entenda
De acordo com o portal Bacci Notícias, que teve acesso a um vídeo da famosa, Pipokinha viajou para a capital francesa na segunda-feira (14/9), onde encontraria uma amiga. Ela está hospedada na capital francesa enquanto aguarda a liberação da imigração.
“Policial tá lá dentro resolvendo as coisas e eu aqui presa, não tem o que fazer” , disse a cantora na gravação. Segundo a funkeira, a situação ocorreu por causa da roupa que ela usava durante a viagem. Os agentes franceses teriam associado a vestimenta dela e da amiga, MC Princesa, à atividade de prostituição.
Ainda não há informações quanto tempo ela permanecerá detida e quando será liberada para seguir viagem. Outra funkeira, MC Princesa, está acompanhando Pipokinha na viagem. 6 imagens Fechar modal. 1 de 6
MC Pipokinha Instagram/Reprodução 2 de 6
MC Pipokinha coleciona escândalos na curta carreira Instagram/Reprodução 3 de 6
MC Pipokinha Instagram/Reprodução 4 de 6
MC Pipokinha Reprodução/Instagram 5 de 6
Vídeo: Andressa Urach tira a roupa e beija MC Pipokinha durante show Reprodução/Twitter 6 de 6
Reprodução Condenação
MC Pipokinha é o nome artístico de Doroth Helena de Sousa Alves. Em agosto, ela e outras quatro pessoas foram condenadas após uma apresentação com conteúdo sexual explícito. As cenas ocorreram durante o evento “Esquenta do Magrão”, em Corumbá (MS), e foram acompanhadas por adolescentes, incluindo pessoas com cerca de 14 anos.
O caso foi analisado pela 1 ª Vara Cível de Corumbá em uma ação civil pública que apurou as circunstâncias do evento, realizado em 16 de fevereiro de 2023. Os cinco foram condenados a pagar R$ 162, 1 mil por danos morais coletivos.
A apresentação ocorreu sobre um trio elétrico, em espaço aberto e com ampla visibilidade. De acordo com os registros audiovisuais analisados pela Justiça, a artista se apresentou parcialmente despida, enquanto dançarinos realizaram contatos físicos e movimentos que simulavam atos sexuais.

