Lula planeja programa sobre Dark Horse e exibe hoje peça sobre segurança

Lula planeja programa sobre Dark Horse e exibe hoje peça sobre segurança

Integrantes da campanha de reeleição do presidente Lula têm passado os últimos dias debruçados sobre as peças do inquérito envolvendo o Banco Master.

Nesta sexta-feira (11/9), o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), levantou o sigilo de casos derivados das apurações sobre as fraudes financeiras envolvendo o Banco Master, de Daniel Vorcaro. 3 imagens Fechar modal. 1 de 3

Presidente Lula durante ato de campanha São José do Rio Preto (SP) Ricardo Stuckert 2 de 3

O presidente Lula Ricardo Stuckert 3 de 3

Presidente Lula Reprodução/YouTube @LulaOficial

Entre as investigações que passam a estar disponíveis estão as relacionadas ao filme “Dark Horse”, ao ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro, ao senador Ciro Nogueira (PP-PI), a Jaques Wagner e ao Banco de Brasília (BRB).

Segundo apurou a coluna, a campanha de Lula acompanha o conteúdo que veio a público e pretende avaliar como as informações poderão ser exploradas politicamente nos próximos dias. A equipe prepara programas e inserções eleitorais que poderão abordar os desdobramentos das investigações e os personagens citados nos casos.

Um dos nomes que está no radar da campanha é o do senador Flávio Bolsonaro. A avaliação é de que a divulgação de novos elementos das investigações pode abrir espaço para que o petista ataque adversários e tente associá-los a episódios que estejam sob apuração das autoridades.

A estratégia, no entanto, não ficará restrita ao caso Master. A campanha também prepara uma sequência de programas voltados a temas considerados prioritários para a disputa eleitoral.

Para este sábado (12/9), está prevista a exibição de um programa dedicado à segurança pública.

O tema deverá ganhar espaço cada vez maior na comunicação de Lula. A ideia é apresentar a proposta de criação do Ministério da Segurança Pública e defender uma participação mais efetiva do governo federal na coordenação das políticas de combate à criminalidade.

A campanha deve sustentar que a segurança pública não pode ser tratada apenas como uma atribuição dos governos estaduais. O discurso deverá reforçar a necessidade de uma atuação conjunta entre União, estados e municípios, com compartilhamento de informações e definição de estratégias nacionais.

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