Com a dívida dos Estados Unidos acima de US$ 40 trilhões em 2026, os títulos do Tesouro americano atingiram taxas não vistas desde 2002: mais de 5, 2% no prazo de 10 anos e quase 5, 7% no de 30 anos. Inflação persistente, juros altos e déficit fiscal ampliam o retorno exigido pelos investidores e afetam dólar, crédito e Selic no Brasil.
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