Doze dias depois de o ministroJoão Paulo Capobianco classificar a crise no Amazonas como "mais grave do que eu imaginava", a resposta ganhou uma frente policial formal, voltada a identificar os responsáveis pelos incêndios.
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Doze dias depois de o ministroJoão Paulo Capobianco classificar a crise no Amazonas como "mais grave do que eu imaginava", a resposta ganhou uma frente policial formal, voltada a identificar os responsáveis pelos incêndios.
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