Flávio Bolsonaro celebrou nesta segunda-feira (12) a decisão que permite visitar seu pai, Jair Bolsonaro. O encontro ocorrerá nesta terça-feira. Flávio Bolsonaro criticou a restrição anterior: 'Estou ansioso, são mais de três meses sem poder vê-lo por uma decisão sem critério nenhum, nenhum amparo legal".
O candidato comentou a decisão após missa de Nossa Senhora Aparecida. A imagem virou centro de polêmica na campanha eleitoral. O TSE liberou publicações sobre o tema. A Corte proibiu associar o projeto de retirada do título de Padroeira a Flávio Bolsonaro. O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, celebrou nesta segunda-feira (12) a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que libera visitas do senador ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Ele afirmou que, pelas regras definidas pela Justiça, não será possível visitar o pai nesta segunda por ser feriado, mas que nesta terça irá ao encontro do ex-presidente, que está preso em regime domiciliar por tentativa de golpe. "Fiquei muito feliz que, no dia de Nossa Senhora Aparecida, é o dia que eu estou novamente autorizado a visitar o meu pai, vítima de uma injustiça.
Hoje é só pra agradecer a Deus, agradecer a todo mundo que tá orando que tá rezando pelo nosso Brasil", declarou Flávio. Condenado a 27 anos e 3 meses de prisão, Jair Bolsonaro cumpre a pena na sua casa, no Jardim Botânico, em Brasília. "Estou ansioso, são mais de três meses sem poder vê-lo por uma decisão, obviamente, sem critério nenhum, nenhum amparo legal", completou o candidato do PL, criticando a restrição que havia sido imposta pelo ministro do STF.
Mais cedo, nesta segunda, Moraes atendeu a um pedido da defesa do ex-presidente e autorizou a retomada de visitas de Flávio a Jair Bolsonaro, mas vetou a divulgação de manifestações do ex-presidente com finalidade político-eleitoral. Nossa Senhora no centro do debate político Flávio comentou a decisão de Moraes durante declaração à imprensa após participar de uma missa em homenagem à Nossa Senhora Aparecida, na Catedral de Brasília.
Ele estava acompanhado do candidato a vice, Alfredo Gaspar (PL); da esposa, Fernanda; da coordenadora da campanha na área econômica, Daniella Marques; e de parlamentares aliados, como o deputado eleito Izalci Lucas (PL-DF) e a senadora eleita Bia Kicis (PL-DF).
Na última semana da campanha para o 1 º turno das eleições de 2026, Nossa Senhora Aparecida foi alçada ao centro do debate político nacional. A circulação de publicações que atribuíram a Flávio Bolsonaro (PL) a intenção de retirar da Santa o título de Padroeira do Brasil – informação negada pelo candidato – provocou reações de adversários, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e foi parar na Justiça.
🔎A polêmica sobre a padroeira do Brasil começou após postagens associarem a Flávio Bolsonaro um projeto para tirar da Santa o título de Padroeira do Brasil. 🔎Apoiadores de Lula (PT) passaram a explorar os posts politicamente e a disputa foi levada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que liberou publicações na web sobre o tema, desde que não associem o projeto ao candidato do PL.

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