Segundo a PCERJ, a suspeita marcava entrevistas com as vítimas e, de posse dos dados dos idosos, abria contas e contratava empréstimos
Falsa funcionária de ONG lucra meio milhão de reais enganando idosos no Rio


Segundo a PCERJ, a suspeita marcava entrevistas com as vítimas e, de posse dos dados dos idosos, abria contas e contratava empréstimos