RESUMO | Em 2024, pela primeira vez, mais da metade das matrículas de graduação no Brasil foi em cursos a distância, segundo o Inep. Na direção oposta, algumas faculdades apostam no período integral, em que o aluno passa manhã e tarde no campus. O formato muda a rotina de estudos, adia o momento de começar o estágio e cria mais chances de convivência com colegas, professores e empresas. Em troca, cobra dedicação quase exclusiva nos primeiros anos. A matéria mostra o que pesa na escolha e para quem o modelo faz sentido.
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