Escultura budista comprada por R$ 400 é vendida em leilão por R$ 10 milhões

Escultura budista comprada por R$ 400 é vendida em leilão por R$ 10 milhões

Já imaginou ter um objeto em casa e só descobrir depois que o item vale milhões de dólares? Em um leilão da Sotheby’s, uma escultura budista comprada em uma venda de garagem por aproximadamente US$ 75, cerca de R$ 386, 25, foi um dos grandes destaques do evento, sendo arrematada por US$ 2, 06 milhões, quase R$ 10, 6 milhões na cotação atual. Leia também Vida & Estilo Jovem é desmascarado por namoradas e entra em desespero ao ser confrontado Vida & Estilo Deserto ganha “tapete de flores” após chuvas intensas causadas pelo El Niño Vida & Estilo Chefe polemiza ao negar férias de Natal a funcionária “sem filhos pequenos”

De acordo com o site The Times of India, a figura de bronze dourado de 16, 5 cm de altura éuma representação de Cintamanicakra Avalokiteshvara, descrita pela Sotheby’s como “a divindade budista mais popular e conhecida da China”.

A avaliação inicial era de que a peça custava entre US$ 600 mil a US$ 800 mil, aproximadamente R$ 3, 09 milhões a R$ 4, 12 milhões.

Contudo, a disputa entre os interessados, que demorou sete minutos, aumentou o lance e a peça foi levada pelo dobro do valor estimado. Após disputa de sete minutos, a peça foi leiloada por cerca de R$ 10 milhões Saiba mais detalhes da escultura budista vendida por cerca de R$ 10 milhões

Segundo o vendedor, a escultura foi adquirida há 20 anos, sendo posteriormente levada um evento de avaliação do programa Antiques Roadshow, em St. Louis, nos Estados Unidos. A obra leiloada é rara e, conforme a Sotheby’, pertence ao período final da Dinastia Tang (618–907 d. C.), era de ouro da civilização chinesa.

A figura possui seis braços e apresenta diferentes objetos associados à representação religiosa. Segundo a equipe do leilão, a escultura segura em frente ao peito uma joia que realiza desejos, conhecida como cintamani, um chakra ou roda do dharma em uma das mãos erguidas e uma haste de lótus em outra mão.

As outras mãos seguram uma mala, espécie de rosário usado na prática, enquanto a sexta está apoiada no chão. Segundo a Sotheby’, objeto pertence ao período final da Dinastia Tang (618–907 d. C.), era de ouro da civilização chinesa

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