Aurna eletrônica possui bateria própria com autonomia de até 12 horas, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e pode continuar funcionando mesmo em caso de falta de energia durante a votação. Se o equipamento apresentar defeito, a Justiça Eleitoral prevê procedimentos de contingência para preservar os votos já registrados e permitir a continuidade da votação. O uso de cédulas de papel é previsto apenas quando as alternativas para manter a votação eletrônica não solucionam o problema.
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