Uma análise genética de Jonathan, tartaruga-gigante de 194 anos considerada o animal terrestre vivo mais velho do mundo, identificou características que podem ajudar a explicar sua longevidade. Publicado na revista Science Advances, o estudo encontrou padrões químicos associados à preservação das mitocôndrias, estruturas responsáveis pela produção de energia das células. Os cientistas ainda investigam se esses mecanismos contribuem diretamente para a duração da vida do animal.
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