Deputada Natália Bonavides é ameaçada de estupro e de esquartejamento

Deputada Natália Bonavides é ameaçada de estupro e de esquartejamento

A deputada federal Natália Bonavides (PT-RN) , candidata à reeleição, recebeu um e-mail com ameças de estupro e de esquartejamento. Segundo ela, a mensagem também tinhainformações pessoais de seus parentes como CPF e endereços residenciais.

O e-mail partiu hoje de um endereço de email encriptado (Proton. Me) e é atribuído à “Sociedade Secreta Carbonária”. Leia também Brasil Saiba quem é a deputada petista que vive disputa judicial com Ratinho Brasil Ratinho se livra de pagar R$ 50 mil a deputada federal petista São Paulo Ratinho vira réu por sugerir “metralhar” deputada do PT Celebridades Ratinho é absolvido após sugerir uso de metralhadora contra deputada

O autor do crime diz que é“o verdadeiro rosto do terror aqui no Brasil, conhecido mundialmente como a Ku Klux Klan”.

“Você acha que sua carreira política vai salvá-la? Pense melhor”, escreveu.

Ele afirma querer violentar Natália Bonavides “enquanto respira e ocupa seu cargo”. “Seu destino está selado nestas palavras”, acrescentou.

A deputada acionou Polícia Civil, Polícia Legislativa e Ministério Público Eleitoral , e entregou as provas para serem investigadas. 3 imagens Fechar modal. 1 de 3

Natália Bonavides é candidata à reeleição pelo PT do Rio Grande do Norte Divulgação PT 2 de 3

Natália Bonavides recebeu ameaças de morte por e-mail Mariana Taccolini/Divulgação 3 de 3

Em abril, Ratinho virou réu por falar em "metralhar" a deputada Twitter/SBT/Reprodução Outras ameaças

Essa não é a primeira vez que a parlamentar é ameaçada de morte . Em 2024, foi recebida uma mensagem que dizia que ela seria levada para um canavial para “dar cabo dela”.

Em abril deste ano, o apresentador Ratinho virou réu na Justiça Eleitoral de São Paulo pela suspeita de violência política contra a mulher. A acusação ocorreu devido ao episódio em que ele falou em usar uma “metralhadora” para “eliminar” a deputada devido a um projeto de lei apresentado por ela.

Procurada peloMetrópoles , a equipe da deputada disse, em nota, que a violência não pode ser normalizada no debate político.

“É violência política de gênero, alimentada pelo machismo e pela visão de mundo da extrema direita, que propaga o ódio contra mulheres que ocupam espaços de poder e não aceitam se calar”, declarou.

“Nesta mesma semana, fui alvo da perseguição de um candidato do PL, que tentou me intimidar enquanto me filmava e fazia xingamentos. Eles querem que tenhamos medo e que deixemos de ocupar os espaços de decisão”, acrescentou.

Ela disse quenão irá recuar diante das intimidações.

“Não vou recuar. Tenho muito trabalho pela frente e muita coisa para fazer pelo povo do RN e do Brasil. Enquanto eles escolhem o ódio, eu escolho continuar trabalhando, lutando e sorrindo, com coragem, para construir o país que o nosso povo trabalhador merece”, destacou.

Leia a matéria completa em metropoles.com

Recomendadas

Finanças

Homens são presos ao tentar roubar R$ 122 mil em remédios de farmácia

Política

AGU diz ao STF que cabe a Lula decidir se Andrei continua na PF

Política

Funcionários do Banco do Brasil encerram greve em parte do país