Corinthians apresenta Clarence Seedorf como novo técnico; ASSISTA

Corinthians apresenta Clarence Seedorf como novo técnico; ASSISTA

Mais sobre o tempo parado: "Estamos falando de uma paixão de todo mundo. Basta de negatividade, o resultado já é negativo. Vamos falar sobre as coisas que a gente consegue fazer. Conto 30 anos de vestiário. E trabalhar com os melhores treinadores do mundo não tem valor?

Quem quer julgar, bem. Meu comprometimento é com o clube e torcedores que vamos começar a trabalhar. E com vocês também. Eu trabalhei nessa parte nos últimos sete anos. Cada um faz a sua parte. Sempre fiz o trabalho de vocês com respeito. Não tem que ter pré-julgamento.

Sempre vão ter portas abertas comigo. Vocês me conheceram como jogador, se vejo que não tem respeito a conversa não vai mudar. Mas, com respeito, vamos ter uma conversa legal"Seedorf sobre tempo parado como treinador: "Já respondi bastante sobre esse assunto.

Vocês tem que pensar se é justo ou não antes de ver o trabalho. Eu pergunto a vocês: é justo julgar alguém antes de fazer um trabalho? É justo ou não? O mundo é cheio de pré-julgamento. Eu não gosto de julgar pessoas que não conheço. São sete anos sem ter um clube, mas isso não significa que eu não estava próximo do futebol.

Para mim, o mais importante é o clube acreditar em mim. O clube e os profissionais abriram a porta para mim. Eu sei o que posso fazer, se não, não estaria aqui para ajudar a melhorar a situação. Não estou com medo e não estou precisando estar aqui. Minha vida era muito boa, tinha tudo, mas eu gosto de desafios.

É um desafio maravilhoso"Seedorf sobre seu lado mentor: "Parece que estou fazendo uma palestra de motivação. É interessante. Eu tenho uma dica que fala assim: a mentalidade de um atleta é uma coisa bem especial. Os atletas tem capacidade de virar a página bastante rápido.

Para fazer isso como grupo é diferente. Individualmente é uma coisa, com o grupo é diferente. A minha filosofia é melhorar o individual para melhorar o grupo. No futebol se trabalha em grupo, mas nem todo mundo sabe correr 20 km/h. Quem não consegue, eu preciso fazer que corra 15 km/h.

Muito treinamento individual. Essa é uma parte que vamos implementar"Mais de Seedorf sobre Memphis: "Acabei de chegar. Preciso de tempo para entrar em detalhes com jogadores. Memphis é um talento importante, um jogador importante. Teve vários problemas físicos, então por isso não está nas melhores condições ainda.

Mas nesse momento o Memphis não é o foco, ele mesmo já falou que quer sair dessa situação com o grupo. Todos os jogadores são importantes. Vou precisar de todos, até pela intensidade que vou pedir. A maneira de sair dessa situação é com muito trabalho e muita intensidade.

E ele vai fazer isso também, vai ser um dos primeiros que vai começar a se sentir mais em forma e mais preparado. Obviamente vai ter uma reação positiva com os outros. Com ele e outros jogadores que vão liderar esse momento de mudança e transição. Tenho muita confiança nesse grupo"Mais de Seedorf sobre o clube: "Acho importante que as lendas que fizeram a história desse clube...

Vou falar para o grupo também. Em todo lugar que fui sempre teve essa conexão com a história e lendas do clube com o grupo atual. A maneira de entrar em um clube novo, mas com muita história como o Corinthians, é respeitar os caras que estavam aqui antes. Com respeito a camisa e energia.

Essa é a maneira de respeitar a história. Só um pode ganhar. Quando a torcida vê essa entrega e essa dedicação, que está lutando de maneira organizada, eu não lembro da minha carreira que a torcida não aplaudia esse time, seja com vitória ou derrota. Essa é a base que precisa ter e vai ter"Mais de Seedorf sobre declaração de Gabriel Paulista: "Sempre protegi os jogadores quando era jogador.

Sempre falei que tinham que se concentrar nas coisas principais, que era o campo. Eu não acho que preciso falar de proteção de diretoria. Tem momentos que acontecem também na vida de vocês, que alguém fala coisas que não pensa. Mais porque está ferido, triste e fala uma coisa.

Eu não quero dar importância porque acho que o ambiente interno é unido e vamos trabalhar para criar mais união ainda. Vários atletas que eu sei que deram declarações que normalmente não faria, temos que pensar o porque. E nós sabemos o motivo. Um grupo não pode se sentir sozinho.

Não é a realidade. A realidade é que tem muita emoção, estamos no futebol e em um clube enorme, com uma torcida enorme e muitos de vocês que estão aqui e querem o bem do Corinthians"Seedorf sobre relação com o Brasil: "Tenho dois filhos brasileiros. Ficaram felizes.

Sempre ficam felizes, me conhecem quando tomo uma decisão. Já são grandes e vivem sozinhos. Brasil sempre fez parte da minha vida, antes de filhos e de uma relação com brasileira. Sempre tive amigos e ligação com Suriname, que é vizinho. Eu olhava jogos do Brasil com meu pai"Seedorf sobre metodologia de trabalho: "Normalmente a recuperação no Brasil são entre os jogos, tem pouco tempo para treinar.

A sorte é que temos mais tempo agora para treinar nos próximos jogos. Há necessidades para acelerar certos processos. O objetivo é de me entregar o mais rápido possível, entender e conhecer o grupo... Não estou falando só dos jogadores, mas todos que trabalham em volta.

Todos sofrem. Todos precisam de atenção e respeito para poder levantar o ânimo. Depois, o trabalho vai mostrar o caminho certo. Vamos convidar vocês para ver mais treinamentos. Acabei de chegar, vamos colocar muitas horas de trabalho para planejar o próximo mês"Mais sobre carreira de treinador: "Agora é o clube.

Esse é o momento para mim de juntar todas as experiências. Continuei trabalhando e estudando futebol, trabalhar com os jovens. Como um mentor, com vários atletas no máximo nível. Tenho a humildade de construir minha carreira. Agora me fala se não posso criar uma carreira como treinador...

Temos que ter tempo para trabalhar e depois os resultados, não só do jogo, eu não vejo assim. Eu entendo o jogo, não posso falar se vi um time organizado ou caras que não consegue fazer gol, perdendo o jogo que não mereciam perder. Mas sei que o mundo não é assim.

Temos que fazer os três pontos, por isso estou aqui. Com muita fé que as coisas vão dar certo"Seedorf sobre seus números como treinador: "A pergunta é sempre sobre ler os números. Quando a gente faz testes físicos, ai saem vários dados. Mas se não sabe ler os dados você faz o planejamento errado.

Se pensar quanto ganhou ou perdeu não é justo. Meu primeiro trabalho foi de ser jogador do Botafogo e na sequência fui técnico do Milan. O Milan estava nas últimas posições e eu fui terceiro na retomada do campeonato. De quarto último e sétimo lugar. Ninguém fala sobre isso?

Isso significa que sou um grande treinador ou uma grande história? Não. Mas tem que ter boas oportunidades boas para mostrar quem você é como treinador. Eu ainda não tive, sempre peguei coisas no meio. Muitos treinadores que fazem mal conseguem um trabalho dias depois.

Não posso estar preocupado com o fato de ter assumido um time com a minha escolha"Seedorf sobre sua personalidade: "Os grupos com treinadores de muita personalidade tinham muita personalidade. Eu prefiro um grupo todo com personalidade, aí meu trabalho fica mais fácil.

Agora, eu não me sinto comandante. Eu me sinto parte de um grupo de trabalho, mas com uma função. Quando era jogador eu podia mover coisas internamente, mas como treinador eu tenho o papel de dar direção. Esse é um processo de comunicação, de alinhamento com todo mundo.

Se o grupo acredita no caminho, fica tudo mais fácil. Eu sei que é normal opinar sem saber. É normal, por causa do Instagram. Todos tem opinião sem saber. Eu não me preocupo com o que pensam, minha preocupação é internamente. O primeiro impacto foi fantástico.

Não tenho dúvida que vamos fazer um trabalho maravilhoso. O contato com o ser humano que eu senti nesta manhã me motiva muito. Vejo como o atleta está sofrendo"Mais sobre a parte tática: "Quero conhecer o grupo para decidir qual a melhor maneira de jogar. Obviamente eu fiz só um treinamento e não vou explicar aqui como vou jogar.

Mas eu tenho flexibilidade. Olhar cada jogador como eu acho que pode aportar o que a gente precisa. Seedorf sobre ideia tática e sua comissão técnica: "Estamos pensando em trazer mais uma pessoa, mas quero ressaltar a alta qualidade das pessoas que já trabalham aqui.

O único fator para trazer pessoas como Pablo e, quem sabe outra pessoa, é para acelerar o processo. Eu não tenho tempo para conversar com todo mundo. Pablo pode ajudar. É um cara estruturado, jogou futebol, treinou, espanhol e tem cultura espanhola de futebol.

Trabalhamos juntos desde o La Coruña. Não estou aqui para explicar a minha vida, mas nunca me afastei do futebol. Ele é um cara de confiança e muito trabalhador, vai ser uma ponte com os outros profissionais aqui. E mais uma pessoa que sabe como eu penso"Seedorf sobre liderança interna: "Eu não vim aqui para falar sobre política.

Eu vim aqui com um projeto e uma visão. Uma visão que está relacionada ao campo. Eu passei várias vezes por esses momentos, com os maiores clubes do mundo, e a solução é só uma. Fechar o grupo e ir para o campo e trabalhar. E deixar vocês falarem com as pessoas que estão ligadas ao assunto.

Temos que nos ocupar com coisas que controlamos e não com coisas inúteis. Vários clubes do mundo passam por momentos complicados na política, como Barcelona e Real Madrid, mas o dia a dia continua. Temos que separar essas coisas. Temos que focar só no trabalho técnico e tático"Mais sobre a reta final do Brasileirão: "Precisam de ajuda para ajustar o lado emocional também.

Os jogadores se importam com o que está acontecendo. Eu prefiro que o jogador exploda do que fique igual. Esse clube vai ter que mostrar em campo com ações. Eu não tenho dúvidas sobre os torcedores. Eu vivi isso contra o Corinthians, sei o que significa jogar contra o Corinthians e o ambiente que conseguem criar.

Um grupo que não ganha, são atletas que não entram em campo para perder"Seedorf sobre declaração do Gabriel Paulista e problemas financeiros: "Eu não estava aqui antes. Então, aconteceu. Mas eu quero ver para frente. Para mim, tudo o que aconteceu até agora é importante, mas não tanto.

É muito mais importante o que vai ter amanhã e o que vamos construir juntos. Não vamos falar sobre coisas que a gente não controla. Esse clube é maior do que todos nós. Daqui a cem anos ainda terá torcedores. Temos que nos concentrar para deixar um legado, profissionalmente tudo que a gente pode para respeitar esse clube.

Eu senti que é um leão ferido, os jogadores querem, mas as vezes não podem"Seedorf sobre os oito jogos finais do Brasileirão: "Alguns fatores. Um: eu não amo falar de problemas. Eu acho que não temos tempo para isso. Eu falo isso sempre com muito respeito a vocês, que precisam analisar.

Eu tenho que olhar soluções. Segundo, tenho que olhar para as coisas que eu controlo. Quando as coisas não funciona, e todos passam por isso, você pensar coisas negativas as coisas só crescem. Aprendi como jogador a virar a página e olhar para frente. Isso é uma maneira prática para controlar as coisas.

Esse grupo sabe jogar e performar muito melhor do que vem acontecendo. Temos que construir essa consciência. Passei por isso no Madrid também, uma série de resultados negativos e uma pressão parecida como aqui. Meu trabalho, principalmente no começo, vai ser para a gente limpar aquilo que não controlamos.

Esse grupo vai ser capaz, já vi coisas que me deixam com esperança"Seedorf sobre Corinthians: "O Corinthians era sempre um time agressivo e intenso, mas com qualidade. Com trabalho, vamos reconstruir essa parte que eu sei que o grupo tem dentro deles"Seedorf sobre relação com Memphis: "Conheço o Memphis da Holanda, um jogador holandês.

As vezes estamos em contato. Mas ele não tem relação com a minha escolha, eu conhecia o Corinthians antes dele. Conheço muito bem o Corinthians e não é por ele. Tenho pessoas aqui, como Bruno Paiva e Marcelo, que são pessoas que sempre me manteram informadas sobre o que está acontecendo no Brasil.

O Corinthians sempre foi parte da conversa. Tenho amigos que passaram por aqui também. A escolha foi feita com consciência sobre a situação. O diretor Marcelo deu a sensação de que pode ser a oportunidade dos dois de voltar a sermos protagonistas no futebol. Não podia deixar passar essa oportunidade.

Não tenho medo e nem preocupação com isso, sei que o time vai apresentar aquilo que eu gosto. Intensidade, compacto, que é a identidade do Corinthians. Sei a história do clube, era sempre difícil de jogar contra"

Leia a matéria completa em g1.globo.com

Recomendadas

Geral

IA do WhatsApp também se recusa a gerar imagem de candidato do PT no DF

Geral

Celina oferece cargo a deputado do PL para bancada do DF ter uma mulher

Geral

John Travolta emociona com homenagem à esposa, morta por câncer há 6 anos

Corinthians apresenta Clarence Seedorf como novo técnico; ASSISTA | BlinkNews