Filipe Ratz, CEO da PIRA, defende que o patrocínio cultural constrói relevância quando marcas compreendem e fortalecem as relações já existentes nos territórios. Segundo o Ministério da Cultura, a captação pela Lei Rouanet chegou a R$ 3, 41 bilhões em 2025, mas cerca de 72% dos recursos ficaram no Sudeste e menos de 7% no Nordeste.
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