A partir de 2027, a reforma tributária e a duplicata escritural devem mudar a precificação da antecipação de recebíveis no Brasil. Caroline Souza, CFO da ROIT, aponta riscos de diferença entre o valor de face e o montante efetivamente liquidado pelo split payment. Contratos e dados fiscais integrados serão essenciais para mitigar disputas e preservar a liquidez.
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