O programa do Noblat repercutiu o novo revés de Deltan Dallagnol no Tribunal Superior Eleitoral, que formou maioria para manter suspensa sua campanha ao Senado pelo Paraná.
O tribunal referendou a liminar do ministro Floriano de Azevedo Marques, proibindo atos de rua, propaganda e uso de recursos públicos sob o entendimento de que sua candidatura é inviável após a cassação de 2023 por fraude à Lei da Ficha Limpa.
Em reação, o ex-procurador divulgou vídeo alegando perseguição política para favorecer Gleisi Hoffmann (PT) e tentou desqualificar a decisão associando o relator a Alexandre de Moraes e ao Palácio do Planalto. Ricardo Noblat desmontou a tese de vitimização, destacando que se trata de uma posição colegiada da corte, e expôs a incoerência de Dallagnol.

